Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Ver espíritos e ouvir suas vozes: Loucura ou mediunidade?

Ver espíritos e ouvir suas vozes: Loucura ou mediunidade?

Quando era estudante de psicologia, ao cursar a cadeira de Fisiologia Humana, li o livro "Introdução ao método científico" de Claude Bernard, considerado o maior fisiologista de todos os tempos. Assim ele escreveu em seu livro: "Quando um fato contraria uma teoria dominante, abandone a teoria e conserve o fato mesmo que ela seja apoiada pelas maiores autoridades da época".

Anos depois de formado (1982), ao trabalhar com a regressão de memória, os fatos, isto é, os relatos, as vivências de meus pacientes (nas sessões de regressão, os pacientes relatam experiências de vidas passadas e entram em contato com seres espirituais de luz - mentores espirituais e das trevas - espíritos obsessores, desafetos de seu passado) não iam de encontro com as teorias psicológicas que aprendi na Universidade.

Resolvi, então, seguir o conselho do grande fisiologista, abandonei as teorias psicológicas dominantes e conservei os fatos, ou seja, as experiências de meus pacientes. Sem saber, acabei criando o meu próprio método de terapia, a TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual), abordagem psicológica e espiritual breve, que busca agregar a ciência psicológica e a espiritualidade.

A TRE busca revolucionar os conceitos de terapia e terapeuta, pois é o mentor espiritual de cada paciente que vai conduzir o processo terapêutico, ou seja, é ele que irá descortinar o "véu do esquecimento" - barreira da memória que se manifesta em forma de amnésia e que impede o ser humano de acessar suas experiências traumáticas do passado, seja desta ou de outras vidas, responsáveis pelas suas fobias, ansiedade, depressão, síndrome do pânico, transtorno bipolar, problemas de relacionamento interpessoal, etc. - para que possamos saber a causa de nossos problemas, sua resolução, bem como se estamos ou não no caminho certo, cumprindo as nossas missões de vida.
Nesta modalidade terapêutica, sou na verdade um co-terapeuta que busca auxiliar criando todas as condições técnicas para que o mentor espiritual do paciente (este sim, seu verdadeiro terapeuta) possa orientá-lo melhor acerca da causa de seus problemas e sua resolução; portanto, como co-terapeuta, sou um facilitador da abertura de comunicação entre o mentor espiritual e o paciente.

O mentor espiritual, por ser responsável pela evolução espiritual do paciente, é a pessoa mais gabaritada, com mais autoridade para conduzir essa terapia, pois vem acompanhando-o em várias encarnações e, portanto, conhece-o profundamente, indo direto ao ponto, sem rodeios, mostrando-lhe o que é necessário acerca de seus problemas. Por isso, essa terapia se caracteriza pela brevidade, segurança e efetividade.

Desta forma, se tivesse me apegado às teorias psicológicas que aprendi na Universidade, não teria criado essa nova abordagem terapêutica, pois fui treinado, preparado como psicólogo para lidar apenas com o psicológico e emocional do ser humano e não com o seu lado espiritual, isto é, com as interferências espirituais dos seres das trevas (a obsessão espiritual), os conceitos de reencarnação, programa reencarnatório, plano espiritual (astral superior e inferior), Leis Universais (palingenesia, causa e efeito, afinidade, esquecimento, etc.), que infelizmente ainda são encarados no meio científico como questões religiosas.

Aprendi, na Universidade, que ciência e religião são como óleo e água, não se misturam. Em vista disso, um paciente que afirma enxergar "seres invisíveis" e/ou "escutar suas vozes" é visto pela psiquiatria e psicologia como tendo um distúrbio psiquiátrico, um sintoma psiquiátrico, característico de esquizofrenia, ou seja, um transtorno dissociativo psicótico, popularmente conhecido como loucura.

Desta forma, tanto a psiquiatria como a psicologia ainda estão ancoradas numa visão fisicista, organicista, cerebrocêntrico do ser humano, oriunda de séculos de negação da realidade espiritual, vendo-o apenas como um fenômeno bioquímico, desconsiderando, portanto, a existência da alma, do espírito. Obviamente, uma ciência materialista que lida apenas com fatos palpáveis, concretos, mensuráveis, passíveis de serem aferidos em laboratório, não vai levar em consideração a existência do espírito, o que dificulta qualquer iniciativa que vise o confronto com outra realidade, a realidade extra-física.

Por isso, a maioria dos psicólogos e psiquiatras não está aberta, receptiva para escutar atentamente os pacientes que afirmam ver e/ou ouvir espíritos de forma cuidadosa e criteriosa para fazer um diagnóstico diferencial entre um distúrbio mediúnico, de um distúrbio psiquiátrico propriamente dito.

Portanto, há que se diferenciar um médium em desequilíbrio, que realmente vê e/ouve espíritos, de um paciente que diz também que "vê" e/ou "ouve espíritos", mas que, na realidade, é um quadro alucinatório, próprio de um distúrbio mental, psiquiátrico.

Lamentavelmente, grande parte desses profissionais rotula prontamente esses médiuns em desequilíbrio como sendo "esquizofrênicos", e o pior, os condenam a uma vida miserável de medicamentos e internações.

Faço aqui um alerta para que se criem uma nova psicologia e uma nova psiquiatria que defendam o bem estar do ser humano integral como a OMS (Organização Mundial da Saúde) o faz desde 1998, onde incluiu o bem estar espiritual como uma das definições de saúde ao lado dos aspectos físico, mental e social(o manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - faz também um alerta para que o médico tome cuidado em não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas religiões que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura).

Em minha experiência no consultório, observo que os sintomas clínicos mais comuns de mediunidade em desarmonia são:
1º) Sensação de peso, pressão na cabeça, na nuca e ombros(obviamente, é necessário antes fazer todos os exames clínicos complementares para se eliminar a hipótese de etiologia orgânica do problema do paciente);
2º) Nervosismo acentuado (irritação por motivos banais);
3º) Insônia, desassossego, pesadelos constantes;
4) Calafrios e arrepios constantes no corpo ou partes do corpo (sensação de frio nas mãos e nos pés);
5º) Cansaço geral, falta de ânimo, calor como se encostasse em algo quente;
6º) Alternância de humor extremada (humor instável) - tristeza profunda ou excesso de alegria, sem razão aparente.

Ressalto, porém, como se diz no jargão médico "cada caso é um caso", que psicólogos e psiquiatras façam uma análise mais detalhada de cada caso para distinguirem um caso psiquiátrico, de um desequilíbrio mediúnico.

Caso Clínico:
Estado de letargia.
Mulher de 20 anos, solteira.

A paciente veio ao meu consultório, acompanhada de sua mãe; sua única filha, não tinha uma vida normal, pois desde os 15 anos havia mudado muito (a paciente estava com 25 anos). Certa noite, entrou no quarto dos pais muito assustada dizendo ter visto uma menina toda ensangüentada. A mãe tentou acalmá-la dizendo ser um pesadelo, mas durante o dia, na escola, sua filha também via essa menina e, por conta dessa visão, todos os seus amiguinhos diziam que ela estava louca.

Seu cunhado a aconselhou a levá-la ao médico, ao psiquiatra, onde sua filha foi diagnosticada como esquizofrênica; a partir daí, começou então, o calvário da filha, a tortura dos medicamentos. A mãe da paciente assim me relatou: "Dr. Osvaldo, minha filha toma oito remédios, anda como uma morta-viva, um zumbi. Não tenho mais minha filha, ela está irreconhecível, quero minha filha de volta, me ajude, Doutor! (ela me diz chorando muito). A filha realmente estava em estado lastimável, ficava parada no consultório olhando para o nada, e não respondia às minhas perguntas. Então, sugeri que a mãe passasse pelas sessões de regressão.

Na 1ª sessão, a mãe não viu e nem ouviu nada, pois estava muito ansiosa. Na 2ª sessão, pedi para que a filha nos acompanhasse na sala de regressão. Então, logo ao ultrapassar o portão (recurso técnico que utilizo nessa terapia, e que funciona como um portal que separa o mundo físico do mundo espiritual, o passado do presente) a mãe viu vários vultos escuros como se estivessem se alimentando, vampirizando a energia de sua filha.

- Doutor Osvaldo, vejo vários vultos pretos ao redor de minha filha, um deles me viu e está vindo em minha direção; ele está aqui bem perto do meu rosto.
Pergunte a esse ser espiritual o que sua filha lhe fez no passado? - Peço à mãe da paciente.

- Ele diz que a minha filha, ele a chama de "monstro", foi um homem muito ruim na vida passada, que usava sua autoridade para abusar de crianças, de adolescentes... Que coisa horrível, Dr. Osvaldo! Diz que não tem nada contra mim ou meu marido, que sente pena de sermos pais desse "monstro". Eu falo pra ele que ela é só uma menina, e que está com medo, muito medo...
Peça para que ele olhe para sua filha, mostre que ela não é mais esse homem horrível - Peço à mãe da paciente.

- Faço isso, Dr. Osvaldo, porém, ele não consegue enxergar que a minha filha não é mais esse homem que tanto fez mal para ele no passado.

No final dessa sessão, entreguei à mãe da paciente a Oração do Perdão para que ela e sua filha orassem juntas para esse ser espiritual obsessor.
Uma semana depois, vieram as duas para a segunda sessão; a mãe comentou que quando faziam juntas a oração do perdão, sentiu nos primeiros dias muito frio (isso ocorreu pelo fato da mãe ter sentido as emanações desse ser obsessor das trevas, que é um lugar muito gélido e escuro), depois foi passando.

Após todo o procedimento de relaxamento e ter atravessado o portão, a mãe me disse que os seres das trevas estavam ali, mas não estavam com tanta raiva, estavam tristes, chorosos, e via também dois outros seres, só que de luz: uma luz dourada e outra azul. Ela me disse: - Esses seres de luz estão me dizendo que são nossos mentores espirituais.
Muito bem, pergunte para eles como podemos ajudar sua filha? - Peço à mãe da paciente.

- Eles dizem que a minha filha terá que revivenciar na sessão de regressão o que fez no passado, pois só assim os seres que ela prejudicou irão perdoá-la verdadeiramente.
No final dessa sessão, a filha se dispôs a fazer o tratamento, pois até então não queria, dizia que não tinha vontade de sair daquele estágio de letargia (além dos efeitos das medicações, o estado de letargia ocorre também porque os obsessores espirituais obviamente não querem que a paciente melhore, agravando seu estado).
Na terceira e última sessão, a filha entrou em relaxamento e, após passar o portão, começou a chorar muito. Perguntei-lhe o que estava acontecendo?

- Dr. Osvaldo, vejo uma casa, parece um orfanato, tem várias crianças, vejo também várias freiras cuidando delas; elas estão separadas por idade, e eu cuido dos meninos que vão de 13 a 17 anos. Nossa, doutor, o que eu fiz, meu Deus do céu, que horror!(fala chorando muito).
Eu abusei sexualmente desses meninos e os matei para que não dissessem nada a ninguém; como eles estavam ali para serem adotados e não tinham famílias, os queimei no fundo do orfanato, meu Deus!(paciente chora copiosamente).
O que você vê agora? - Peço à paciente.

- Os vultos escuros são aquelas crianças que eu fiz mal. Por favor, me perdoem, sinto muito do fundo do meu coração, não sabia que tinha feito tanto mal assim. Peço perdão, farei um trabalho voluntário com crianças doentes, mas me dêem uma chance de mostrar que não sou esse monstro. (pausa).

Dr. Osvaldo, eles estão indo embora, eles baixaram a cabeça e estão indo embora (paciente chora muito).
Após o término da terapia, sua mãe me mandou um e-mail me agradecendo, feliz, dizendo que o psiquiatra estava surpreso, sem entender direito como a sua filha havia saído daquele estado de letargia, pois estava mais solta, mais falante e que, por conta disso, resolveu diminuir os antipsicóticos.

osvaldo, shimoda

publicado por luzdecuraeamor às 22:13
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Merckabah ou Mercaba

Merckabah ou Mercaba, é o significado de uma palavra que se esclarece na leitura do Livro de Ezequiel.

Mercabá , o carro celeste que o profeta Ezequiel que contempla em êxtase e que significa a ‘mobilidade’ espiritual de Deus, consolando os desterrados e levando a Palavra nas quatro direções da Rosa dos Ventos, simbolizadas pelo Touro, pela Águia, pelo Leão e pelo Homem.
A palavra “Merkaba” refere-se a uma incrível energia luminosa, um campo ao redor do corpo criado mentalmente usando uma seqüência de coordenadas respirações especiais e visuais.

A representação do fenômeno físico é uma estrela tetraedro constituído por duas faces interpenetradas,e por outra dimensão,três pirâmides que formam uma tridimensional Estrela de Davi.

Trata-se de uma introspecção de amor do universo, enquanto liga a mente, coração e corpo.

A palavra “Mercaba” é composta por três palavras menores - Mer, Ka e Ba que derivam de textos antigos egípcios.

“Mer” refere-se a um tipo específico de luz - dois contra-rotativos campos de luz girando no mesmo espaço.

“Ka” refere-se ao espírito individual da interpretação da sua realidade particular.

“Ba” como o corpo ou realidade física.

Portanto, a Merkaba é um campo de luz rotativo, que afeta espírito e corpo simultaneamente, e tem a capacidade de transporte do participante a partir de uma dimensão para outra.


O mercaba forma geométrica é composta de duas partes,em sobreposições, de rotações opostas num campo de luz.

APRENDA COMO PRATICAR O MERKABA
É a mentalização de uma enorme figura geométrica - é composto de duas tetraédricos interligados dentro de uma esfera de energia que é conectada a um tubo. Preenchido com ar e algo mais, os hindus chamam isto “prana“, a vida na força de energia em si.

“Uma forma que se parece com um disco voador ao redor do corpo. Essa matriz energética é a Merkaba. ”

Lembrar. Antes de praticar o Merkaba, é essencial abrir o coração para o mundo, e sentir amor incondicional.

Isso ocorre porque a abertura do coração ajuda a uma mudança do nível de pensamento do físico ao emocional. Drunvalo como ele próprio disse, “Utilização da Merkaba é um sinal do nosso desenvolvimento espiritual e um aspecto do mágico, místico mundo onde todos nós possamos viver unidos”

“Amor, é o mais inteligente e criativo vigor no Universo!”

O que rodeia o seu corpo é uma esfera da energia. Dentro desse espaço você pode criar o Merkaba. Esta é uma tecnologia antiga, e ensinada através dos tempos, e dado por muitos nomes diferentes sistemas religiosos e filosóficos.

Este tem sido um segredo, vigiado de perto pelos adeptos e os comandantes, apenas recentemente disponibilizados para as pessoas que buscam transformação, iluminação e ascensão.



Uma visão bidimensional da mercaba olhando para baixo é representada por um triângulo apontando para cima e outro apontando para baixo ou uma estrela de David.

Uma visão tridimensional parece com um diamante, uma estrela tetraedro ou dois lados de três pirâmides sobrepostas.

Uma gira para o feminino (à esquerda) e uma para o masculino (à direita). O que uma gira para o masculino (à direita) está relacionado com o seu corpo emocional e do que uma gira para o feminino (à esquerda) está associado com o seu corpo mental. Veja a seguir o processo de meditação:

Fase 1 - Visualizar dois triângulos, ponta a ponta, formando um grande X, o triângulo superior sendo ouro na sua essência, enquanto o triângulo inferior é prata.
Este estágio primário representa também a oposição de duas forças dinâmicas ou polaridades, masculina e feminina.
Os dois triângulos, nesta primeira fase tem apenas uma aparência linear, cada uma com dois pontos básicos, o que também representa a duas vertentes de DNA.

Integração Fase 2 - A parte superior e inferior triângulos já parcialmente fundida formando, uma tridimensional ouro e prata estrela tetraedro, também conhecido como Estrela de Davi. Enquanto o interior do corpo físico permanece estático, já há dois outros campos eletromagnéticos de energia contida no mesmo espaço.
Estes dois campos giram, mas se equilibram, sendo um o campo emocional e o outro do organismo, sendo os outros dois o domínio mental e o outro do organismo.

Transformação Fase 3 - Os dois triângulos continuam a se mover para cima e para baixo, invertendo a sua posição original, chegando ao descanso com o triângulo inferior ouro, e prata no triângulo acima.
Neste ponto, a rotação dos campos criam um novo ponto base, de modo que agora elas aparecem como duas pirâmides sobre um quadrado de base.
As duas energias totalmente opostas se cruzam, numa integração do masculino e feminino, positivo e negativo. Como o diamante já concluído, começa a girar sobre seu eixo, mais facetas são acrescentados, até que, finalmente, tem a aparência de umas doze facetas de diamante.

Se você trabalhar com sua estrela e você acelerar as contra-rotações mais rápido que a velocidade da luz, você é capaz de desaparecer para fora da terceira dimensão. Enfia-se em uma outra dimensão da realidade.

O mercaba engloba espírito e corpo e é um veículo muito ligeiro.

É a imagem ou modelo através do qual as coisas eram e são criadas, um conjunto de padrões geométricos que circunda tudo na existência.

Tudo na criação tem essas estrelas tetraédricas, incluindo os seres humanos, e estas estrelas, em conjugação com o nosso DNA, são a chave para a consciência.

Eles criam um laço como estruturas que rodeiam e se sobrepõem uns aos outros, ligando-nos de tudo e de todos os tempos.

A visualização dos mercaba em meditação desencadeia lembranças e abre outras dimensões conscientemente.

Viajando com o mercaba você se move dentro de um campo energético universal sem tempo ou espaço.

Mer significa lugar de ascendente, ka (ca) significa espírito e BA significa alma.

Merkaba!
publicado por luzdecuraeamor às 13:53
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Terça-feira, 16 de Março de 2010

EXÚ-ANJO OU DEMÓNIO?




Muitos acreditam que nossos amigos Exus são Demônios, maus, ruins, perversos, que bebem sangue e se regosijam com as desgraças que podem provocar (Stephen King perto deles é um pobre inocente).

É necessário entender que no sincretismo afro-católico (imposto num processo de aculturação dos Negros pelos padres Católicos) os Orixás foram associados aos Santos Católicos, inclusive Exu, que é representado por Santo Antônio (Santo Antônio de Pemba, Santo Antônio de Ouro Fino, etc.). Mas Porquê este Orixá, irmão de Ogum, animado, gozador, alegre, extrovertido, sincero e sobretudo amigo, foi comparado com o Diabo das profundezas macabras dos INFERNOS? Bem, para conhecer está história vamos viajar para 6.000 anos atrás, local, Mesopotâmia.

A Demonologia Mesopotâmica influenciou diversos povos: Hebreus, Gregos, Romanos, Cristãos e outros. Sobrevive até hoje nos rituais Satânicos que muitos já devem ter escutado e visto notícias na televisão e lido nos jornais nacionais e internacionais, principalmente na Europa e EUA.

Na Mesopotâmia os males da vida que não constituíssem catástrofes naturais eram atribuídas aos Demônios ( No mundo atual as pessoas continuam a fazer isso). Os Sacerdotes, para combater as forças do mal, tinham que conhecer o nome dos Demônios e perfaziam enormes listas, quase intermináveis. O Demônio mau era conhecido genericamente como UTUKKU. O grupo de 7 (sete) Demônios maus é com freqüência encontrado em encantamentos antigos. Se dividiam em Machos e Fêmeas. Tinham a forma de meio Humano e meio Animal: Cabeça e tronco de Homem ou Mulher, cintura e pernas de cabra e garras nas mãos. Com sede de sangue, de preferência Humano, mas aceitavam de outros animais. Os Demônios freqüentavam os túmulos, caminhos (encruzas), lugares ermos, desertos, especialmente a noite.

Nem todos eram maus, haviam os Demônios Bons que eram envocados para combater os Maus. Demônios benignos são representados como gênios guardiões, em número de 7 (sete), que guardam as porteiras, portas dos templos, cemitérios, encruzas, casas e palácios.

Bom, os Negros africanos em suas danças nas senzalas, nas quais os brancos achavam que eram a forma deles saudarem os Santos, incorporavam alguns Exus, com seu brado e jeito maroto e extrovertido assustavam os brancos que se afastavam ou agrediam os Negros escravos dizendo que eles estavam possuídos por Demônios.

Com o passar do tempo, os brancos tomaram conhecimento dos sacrifícios que os Negros ofereciam a Exu, o que reafirmou sua Hipótese de que essa forma de incorporação era devido a Demônios.

Assim, como Exu não é bobo, assumiu, sem dizer que sim ou que não, esse estereótipo colocado pelo branco.

As cores de Exu, também reafirmaram os medos e a fascinação que rondavam as pessoas mais sensíveis.

Assim, o que aconteceu foi uma associação indevida, maldosa, entre aos Demônios Judaico-Cristãos e os Exus Africanos, simplesmente por similaridades em relação a cores, moradas, manifestação de personalidade, etc. Isso com o tempo foi caindo no gosto popular, na psique de pessoas mentalmente e espiritualmente pertubadas e comesu a se construir "a visão real", de que Exu é o Demônio.

Muitos médiuns despreparados ou anímicos, ou pertubados mental e espiritualmente, recebiam Exus que diziam-se Demônios. Nessa onda de horror ou de terror, alguns autores Umbandistas do passado, por falta de conhecimento ou por ignorância, fizeram tabelas de "nomes cabalísticos dos diabos", associando esses nomes aos Exus de Umbanda, como: Exu Marabô ou diabo Put Satanaika, Exu Mangueira ou diabo Agalieraps, Exu-Mor ou diabo Belzebu, Exu Rei das Sete Encruzilhadas ou diabo Astaroth, Exu Tranca Ruas ou diabo Tarchimache, Exu Veludo ou diabo Sagathana, Exu Tiriri ou diabo Fleuruty, Exu dos Rios ou diabo Nesbiros e Exu Calunga ou diabo Syrach. Sob as ordens destes e comandando outros mais estão: Exu Ventania ou diabo Baechard, Exu Quebra Galho ou diabo Frismost, Exu das Sete Cruzes ou diabo Merifild, Exu Tronqueira ou diabo Clistheret, Exu das Sete Poeiras ou diabo Silcharde, Exu Gira Mundo ou diabo Segal, Exu das Matas ou diabo Hicpacth, Exu das Pedras ou diabo Humots, Exu dos Cemitérios ou diabo Frucissière, Exu Morcego ou diabo Guland, Exu das Sete Portas ou diabo Sugat, Exu da Pedra Negra ou diabo Claunech, Exu da Capa Preta ou diabo Musigin, Exu Marabá ou diabo Huictogaras, e o nosso Exu-Mulher, Exu Pombagira, simplesmente Pombagira ou diabo Klepoth. Mas há também os Exus que trabalham sob as ordens do orixá Omulu, o senhor dos cemitérios, e seus ajudantes Exu Caveira ou diabo Sergulath e Exu da Meia-Noite ou diabo Hael, cujos nomes mais conhecidos são Exu Tata Caveira (Proculo), Exu Brasa (Haristum) Exu Mirim (Serguth), Exu Pemba (Brulefer) e Exu Pagão ou diabo Bucons.

Comerciantes inescrupulosos ou, simplesmente, ignorântes, criaram imagens de Exus como diabos, cada vez mais estranhos e aterradores (cifres, rabos, partes de animais ...). construindo no imaginário de muitos médiuns e da população Brasileira, um esteriótipo de Exu = Diabo, Exu = Satanás, Exu = Coisa Ruim.

Hoje em dia as casas de Umbanda (centros, terreiros, tendas ...), pelos estudos, pelo conhecimento e pela orientação dos reais Exus, estão abolindo essas imagens e condenando seu uso. Assim como, recriminando médiuns e supostas entidades que se manifestam dessa maneira dentro dos Terreiros. Porém, o mal foi feito, o esteriótipo atingiu o psique das mentes mais fracas e, muitas vezes, vemos em certos canais de televisão que fazem programas religiosos, a invocação dessas aberrações e a indevida associação aos Exus de Umbanda. O que podemos dizer é que quem incoca a Deus, Deus o tem; quem invoca do Diabo, o diabo o tem.

Algumas correntes religiosos estão alimentando na população que participam de seus ritos, a visão de que a culpa para a masela de suas vidas são os Diabos, os Exus, que vêm babando, cam as mãos tortas, grunindo, gritando ( "vou levar, vou levar ... !!!"), todos tortos e formatados dentro de um psique moldado e caricato.

Essas religiões e/ou seitas, estão alimentando o medo, a ignorância, o preconceito, a discriminação e a ilusão de que a culto pela dor alheia é caisado pela Umbanda e pelos seus guias, principalmente os Exus. Então fiquem sabendo que isso é mentira, é ilusão é ignorância.

Exu combate o mal, ele devolve o que mandam de ruim, é justo, tem eqüidade em suas decisões e em seus trabalhos. Ele não é, e nunca foi o diabo.

Mas então quem é EXU?

Ele é o guardião dos caminhos, soldado dos Pretos-velhos e Caboclos, emissário entre os homens e os Orixás, lutador contra o mau, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado.

Exu não faz mau a ninguém, mas joga para cima de quem merece, quem realmente é mau o mau que essa pessoa fez a outra. Ele devolve, as vezes com até mais força, os trabalhos que alguns fizeram contra outros. Por isso, algumas pessoas consideram esse Orixá malvado.

Existem entidades que se dizem Exu e que fazem somente o mau em troca de presentes aos seus médiuns ou por grandes e custosas obrigações, serviços. Não se engane, Exu que é Exu, não faz mau, a não ser com quem merece e além disso, quando ajuda a uma pessoa não pede nada em troca, a não ser que a pessoa tome juízo, se comporte bem na vida, acredite em Deus e tenha fé.

Exu, O Guia.

Existem dois portadores do nome Exu. Um é o Orixá Exu. O outro, são os Guias chamados de Exu (espíritos, muitos, não mais reencarnacionais) que vêm na emanação principal de Exu (O Orixá) que lhes deu suas características, seus gostos, seus hábitos. Porém, esses Exus, também são subordinados a um Orixá regente, que pode ser Omulu, Xangô, Oxossí, ...

Correntes antigas, Esotéricas, montaram uma hierarquia para os Exus (Guias), relacionando 7 (sete) Exus (Guias) principais, considerados como os 7 (sete) chefes de Legião, que comandam e coordenam outros Exus (Falanges), sendo que cada um de seus comandados também comandam mais 7 (sete), seguindo uma ordem hierárquica de cima para baixo de 7 (sete) em 7 (sete).

São eles os 7 (sete) Exus guardiões ou principais:

Sr. Sete Encruzilhadas;
Sr. Marabô;
Sr. Tranca Ruas;
Sr. Tiriri;
Sr. Gira Mundo;
Sr. Veludo;
Sra. Pomba Gira ou Bombo Gira.
Cada um desses amigos trabalha dentro das 7 (sete) linhas da UMBANDA, lutando contra o mal e ajudando as pessoas.

Seu jeito e seu trabalho.

Exu gosta de rir, brincar com as pessoas, dizer alguns palavrões, nem todos fazem isso, ser franco e direto, não faz rodeios nem mente. Gosta de beber e fumar, ao contrário do que muitos pensam a bebida e o fumo são peças de aproximação, fazendo com que as pessoas se identifiquem, fiquem mais descontraídas como se estivessem em uma festa. Caso não tenha bebida, ou fuma, ele trabalha do mesmo jeito, porque sua finalidade e ajudar àqueles que precisam.

Alguns Exus foram pessoas como: Políticos, Médicos, Advogados, Trabalhadores, Vadios, Prostitutas, Pessoas comuns, Padres, etc. Que cometeram alguma falha e escolheram, ou foram escolhidos, a vir nessa forma para redimir seus erros passados, outros, são espíritos evoluídos que escolheram ajudar e continuar sua evolução atendendo e orientando as pessoas e combatendo o mal. Assim, quem diz que os Exus são Demônios, na concepção de que são ruins, ou espíritos sem luz, baixos, não sabe o que está dizendo, ou não conhecem a história de cada Exu, os porquês de sua ritualística, seu modo de trabalho ou sua missão. Não se julga um livro por sua capa ou a pessoa pela sua aparência!

Em seus trabalhos Exu corta demandas, desfaz trabalhos e feitiços e magia negra, feitos por espíritos malignos. Ajudam nos descarregos retirando os encostos e espíritos obsessores e os encaminhando para luz ou para que possam cumprir suas penas em outros lugares do astral inferior.

Seu dia é a Segunda-feira, sua bebida, cada um tem a sua, sua roupa, quando lhe é permitido tem cores preta e vermelha. Não aceita sacrifícios de animais, mas se a pessoa quiser acender uma vela (preta e vermelha) na encruza, colocar charutos ou cigarros, cachaça ou outra bebida de agrado é bem vindo. Pode-se colocar, também, rosas para as pomba giras com champanhe, pois elas gostam.

Assim é Exu.

As Vezes temido, as vezes amado, mas sempre alegre, honesto e combatente da maldade no mundo.



Salve meus amigos!

FONTE-
http://www.umbanda.etc.br/guias/exus.html
publicado por luzdecuraeamor às 15:46
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Sexta-feira, 5 de Março de 2010

ANUNNAKI, ANU-NA-KI, "Os do Céu que Estão Na Terra", ou "Aqueles que Vieram do Céu para a Terra"

Anunnaki



ANUNNAKI, ANU-NA-KI, "Os do Céu que Estão Na Terra", ou "Aqueles que Vieram do Céu para a Terra"

A história ortodoxa considera que os Anunnaki eram divindades que faziam parte do panteão sumérico e acádio, entretanto o historiador e linguista, Zecharia Sitchin, especialista em traduções de tabletes cuneiformes, revela que para os sumérios e babilônios os Anunnaki eram, literalmente astronautas extraterrestres que aterrisaram na região onde se situa o Iraque, aproximadamente 450.000 anos atrás, em uma missão de mineração, que se estendeu do Oriente Médio até a África.

Liderados por EA/ENKI, o "Senhor Cuja Casa é a Água",
um grupo inicial de 50 Anunnaki se estabeleceu em três bases: ERIDU, EDIN e ABZU com o objetivo de obter ouro, em quantidade suficiente para sanar os problemas no ecossistema de seu planeta natal, NIBIRU.

Outros Anunnaki, os IGIGI, teriam fixado bases em Marte e na nossa lua. Posteriormente uma nova equipe chegou à Terra, liderada por ENLIL, o "Senhor do Comando" e por NINTI/NINHARSAG, a "Senhora da Vida".

Segundo os sumérios, o trabalho de mineração ficou comprometido por rebeliões entre os próprios Anunnaki, o que levou ENKI e NINTI, brilhantes cientistas, à interferir no ritmo evolutivo do tipo humanóide simiesco que habitava o planeta. E através de experiências de engenharia genética, foi obtido o protótipo do "Homo Sapiens", chamado pelos sumérios de ADAPA/ADAMU, o "homem primordial" ou "raça primordial". A ciência atual, considera a teoria da evolução como sendo a explicação mais provável para essas mutações, contudo os textos sumérios são interpretados por alguns como o "elo perdido" entre o evolucionismo e o criacionismo!

Os Anunnaki teriam elevado o homem da terra ao nível 'civilizado', erguendo poderosas civilizações na Mesopotâmia, América Central, Ásia e no Mediterrâneo. As provas de sua passagem pela Terra estariam espalhadas por vários lugares. Construções megalíticas, de arquitetura inusitada e perfeição matemática, como o complexo de Gizé, no Egito; os complexos piramidais de Tiahuanaco e Sacsyahuaman, na América Central; as recém descobertas ruínas submersas de Yonaguni, Japão; entre outras. Segundo os sumérios, a cada 3.600 anos o planeta NIBIRU, completa um período orbital em torno do sol e durante sua aproximação da Terra, diversos cataclismas se sucedem. Os Anunnaki, então aproveitariam essa "janela" cósmica, para retornarem à Terra


Relação Biblico-judaica


Na Bíblia poderiam estar relacionados como os Enaquins, ou por comparação, poderiam ser aqueles a quem os Hebreus chamaram de Nefilim ou Nephalim ( génesis 6 )que é uma forma plural (im) da palavra Nephal que sugere uma queda, descida ou aterrisagem.

Os anunnaki, seriam os mesmos nefilim do Gênesis 6 e do Salmo 82, são os deuses da antiguidade, seriam os habitantes de Nibiru/Marduk, 10º planeta do sistema solar ou talvez o 6º planeta da estrela anã marrom que seria a suposta irmã gêmea do nosso sol cuja existência ainda não foi confirmada.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Anunnaki"



Nibiru


Nibiru é o nome de um corpo celeste da mitologia suméria. Segundo o cultura suméria Nibiru é um planeta do Sistema Solar, citado no poema Enuma Elish, e associado ao deus Marduk (o protector da cidade da Babilónia), e que geralmente acredita-se tratar do planeta Júpiter.

Cultura


Nibiru é também o nome de um hipotético planeta proposto por Zecharia Sitchin, baseando-se na ideia de que as civilizações antigas tinham feito contactos com extraterrestres, uma hipótese considerada inverosímil por cientistas e historiadores. Segundo Zecharia Sitchi, este povo conhecia todos os planetas do sistema solar, inclusive Nibiru, um planeta lento que passa junto ao Cinturão de Asteróides que fica entre Marte e Júpiter, a cada 3600 anos. Segundo os Sumérios, na formação do sistema solar há 6 bilhões de anos, Nibiru foi atraído pelo Sol rumando em direção ao centro e chocou-se com outro planeta já alinhado chamado Tiamat, que partiu-se ao meio dando origem a Terra e ao Cinturão de Asteróides, evento que ficou conhecido como Batalha Celeste.


Marduque



Marduque, Marduk ou Merodaque, como é apresentado na Biblia, é um deus protector da cidade da Babilónia, pertencente a uma geração tardia de deuses da antiga Mesopotâmia. Era filho de uma relação incestuosa entre Enki e Ninhursag. Foi pai de Dumuzi (que seria o bíblico Tamuz) que corresponde ao deus egipcio Osíris. A sua consorte era Sarpanitu. Possuía quatro olhos e ouvidos (via e ouvia tudo), e de sua língua saía uma chama; apesar de tudo, era considerado muito belo.


Desenho de Marduk e o seu dragão em documentos babilónicos 



Com a ascensão da Babilónia à capital da coligação de estados do Eufrates, sob a liderança do Rei Hamurabi (2250 a.C.), torna-se também o deus supremo do panteão de deuses mesopotâmicos, foi a ele que os outros deuses confiaram o poder supremo devido à vitória sobre a deusa Tiamat, personificada num monstro ou caos primordial, divide-o em duas partes, com as quais forma o céu (onde coloca os astros) e a terra (onde estabelece a residência dos principais deuses). Os deuses queixam-se, porém, de não terem quem os adore, pelo que Marduque cria o homem, para que os povos da terra os adorem e lhe levantem templos. Podemos encontrar referências ao deus Marduque nos parágrafos de abertura e finalização do Código de Hamurabi, o mais famoso código legislativo da Antiguidade. Marduque é chamado de Merodaque pelos hebreus. (Isaías 39:1; Jeremias 50:2; II Reis 25:27)

Marduk foi declarado, por volta de 2000 a.C., Deus Supremo da Babilônia e dos Quatro Cantos da Terra, após vencer disputa entre os deuses pelo controle da Terra. Marduk não se conformava, pelo facto de a família de seu tio Enlil e seus primos Nannar-Sin e Ninurta não deixar seu pai Enki ser o supremo entre os deuses. Após conseguir a supremacia, Marduk chamou para si os atos do planeta Nibiru/Marduk, que se chocou com Tiamat na formação do sistema solar, evento contado nas plaquetas sumérias que relatam a Batalha Celeste (Enuma Elish). Num gesto de farsa autointitulou-se o criador do mundo e do homem. Era venerado no templo de Esagil, na Babilônia.



Marduk na cultura popular contemporânea

 

* Uma banda sueca de Black metal se chama Marduk.

* Marduk e também Tiamat apareceram no episódio "I am the city" da série animada The Real Ghostbusters. Marduk, no caso, agia como um herói em New York, até que o grupo percebeu que apresença de Marduk na Terra atraía a presença de Tiamat, o que era um problema. Apesar de Tiamat ser contraditoriamente descrita como viva, a aparência de Marduk é fiel a descrita no Enuma Elish.



Templo de Marduk

Templo de Marduk foi um templo erigido na cidade da Babilónia ao deus Marduk.No templo havia o codigo de Hamurabi com 282 leis com 2,5 metros de altura dividida em mais de 5.000 linha horizontais!

fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marduk
http://pt.wikipedia.org/wiki/Templo_de_Marduk


 



Enuma Elish


O Enuma Elish é um poema épico da antiga Babilónia sobre o mito da criação, escrito em sete tábuas de argila descobertas no século XIX, nas ruínas da biblioteca de Assurbanipal, em Ninive, próximo da atual cidade de Mossul no Iraque e data, provavelmente, do século XII a.C., podendo reflectir ideias anteriores, provenientes da civilização sumeriana. Era recitado no quarto dia do festival de ano novo da Babilónia. O nome Enuma Elish foi retirado das primeiras palavras do poema e significa Quando no alto.

Apesar do estado de degradação, de grande parte da 5ª tábua nunca ter sido recuperada e de divergências na tradução e interpretação, o texto está quase totalmente disponível.

Dadas as suas enormes semelhanças com a narração bíblica do Génesis, várias discussões têm surgido sobre qual das histórias é a original e qual é uma adaptação à religião em causa. Para a cultura babilónica, o Enuma Elish explica a origem do poder real, a sua natureza, a permanência da instituição e a sua legitimidade. A realeza humana e terrena tem a sua origem na realeza divina. A divindade continuará a ser o verdadeiro rei e também o modelo a imitar pelo rei terreno. A existência de um modelo divino impõe limites à realeza humana.

  Estrutura


Está escrito com caracteres cuneiformes na língua acadiana sobre sete tábuas. Cada uma das tábuas contém entre 115 e 170 linhas O Enuma Elish verdadeiro é o Sumério (4000 a.C.), onde o Deus Criador é o planeta Nibiru, são sete plaquetas em cuneiforme que falam sobre o acontecimento astrônomico ocorrido na formação do sistema solar, onde Nibiru choca-se com Tiamat, que parte-se ao meio originando a Terra e o Cinturão de Asteróides entre Marte e Júpiter. Na numerologia Bíblica Deus é o 7, o 7 é Nibiru, ele é o 7º astro do sistema solar de dentro para fora. O deus Marduk da Babilônia tentando insinuar o Monoteísmo em 2000 a.C. chamou para si os atos criacionistas de Nibiru, passando a chamar o planeta de Marduk. Mais tarde os israelitas atribuiram a Javé os mesmos atos de Marduk.

fonte: o 12º Planeta - sitchin.com



Sinopse


O Enuma Elish consiste na superiorização de Marduk, Deus protector da cidade da Babilónia, sobre os restantes deuses da Mesopotâmia, mais particularmente sobre Tiamat. O texto é também uma alusão à constante luta entre a Ordem e o Caos, sendo que Marduk representa a luz e a ordem, e Tiamat representa a obscuridade e o caos.

Tábua I

Os vários deuses representam aspectos do mundo físico. Apsu é o Deus da água doce e Tiamat, sua esposa, é a Deusa do mar e, consequentemente, do caos e da ameaça. A partir deles, vários deuses são criados. Estes novos deuses são demasiado tumultuosos e Apsu decide matá-los. Ea descobre o plano, antecipa-se e mata Apsu. Posteriormente, Damkina, esposa de Ea, dá à luz Marduk. Entretanto, Tiamat, enraivecida pelo assassínio de seu marido jura vingança e cria onze monstros para executar a sua vingança. Tiamat casa com Kingu e coloca-o à frente do seu novo exército.

Texto inicial:

"Quando no alto não se nomeava o céu,
e em baixo a terra não tinha nome,
do oceano primordial (Apsu), seu pai;
e da tumultuosa Tiamat, a mãe de todos,
as águas se fundiam numa,
e os campos não estavam unidos uns com os outros,
nem se viam os canaviais;
quando nenhum dos deuses tinha aparecido,
nem eram chamados pelo seu nome,
nem tinham qualquer destino fixo,
foram criados os deuses no seio das águas".


Tábua II

As forças que Tiamat reuniu preparam-se para a vingança. Entretanto Ea descobre o seu plano e confronta-a. Numa zona danificada da tábua é aparente a derrota de Ea. Anu desafia-a, mas tem o mesmo destino. Os deuses começam a temer que ninguém será capaz de deter Tiamat.

 Tábua III

Gaga, ministro de Anshar, é encarregado de vigiar as actividades de Tiamat e de os informar da vontade de Marduk de a enfrentar.

Tábua IV

O conselho dos deuses testa os poderes de Marduk. Depois de passar o teste, o conselho entrega o trono a Marduk e encarrega-o de lutar com Tiamat. Com a autoridade do conselho, reune as suas armas, os quatro ventos e ainda os sete ventos da destruição, e segue para o confronto. Depois de prender Tiamat numa rede, liberta o Vento do Mal contra ela. Incapacitada, Marduk mata-a com uma seta no coração, capturando os deuses e monstros seus aliados. Marduk divide o corpo de Tiamat, usando metade para criar a terra e a outra metade para criar o céu.

 Tábua V

Marduk cria residências para os outros deuses. À medida que estes vão ocupando o seu lugar vão sendo criados os dias, meses e estações do ano. As fases da Lua determinam o ciclo dos meses. Da saliva de Tiamat, Marduk cria a chuva. A cidade da Babilónia é criada sobre a protecção do Rei Marduk.

Tábua VI

Marduk decide criar os seres humanos mas precisa de sangue para os criar, mas apenas um dos deuses poderá morrer, o culpado de lançar o mal sobre os deuses. Marduk consulta o conselho e descobre que quem incitou a revolta de Tiamat foi o seu marido, Kingu. O mata e usa seu sangue para criar o Homem, de forma a que este sirva de criado dos deuses. Em honra a Marduk, os deuses constroem-lhe uma casa na Babilónia, havendo um grande festim para os deuses quando terminada.

Tábua VII

Continuação do louvor a Marduk como chefe da Babilónia e pelo seu papel na criação. Instruções às pessoas para estas relembrarem os feitos de Marduk.



Comparação com o Livro do Génesis


São várias as similiridades entre a história da criação no Enuma Elish e a história da criação no Livro do Génesis. O Génesis descreve seis dias de criação, seguido de um dia de descanso, enquanto que o Enuma Elish descreve a criação de seis deuses e um dia de descanso. Em ambos a criação é feita pela mesma ordem, começando na Luz e acabando no Homem. A deusa Tiamat é comparável ao Oceano no Génesis, sendo que a palavra hebraica para oceano tem a mesma raiz etimológica que Tiamat.

Estas semelhanças levaram a que muitos estudiosos tivessem chegado à conclusão que ou ambos os relatos partilham a mesma origem, ou então uma delas é uma versão transformada da outra.

fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Enuma_Elish

Enki


Enki ou EA - era entre os Sumérios o deus (dingir) das águas doces (quer dos rios e dos canais, quer da chuva), mas também o deus das águas subterrâneas, chamadas Apsu (ou Absu), equivalentes ao caos primordial de outras culturas antigas.

A água (A para os sumérios) tinha um significado também relacionado com o conhecimento ou sabedoria. Por este motivo Enki era também conhecido como o deus do conhecimento e da sabedoria.

  Relação genealógica


Como terceiro filho de AN, Enki era verdadeiramente muito importante no panteão sumério, sendo por isso (por vezes) chamado de Rei dos Deuses em diversos hinos religiosos. Era especialmente cultuado na cidade de Eridu;

Enki tinha por mulher a sua irmã Ninhursag, da qual teve filhos, entre os quais se destacaram Marduk e Nabu (o biblico Nebo)

 Significado e simbologia


O nome Enki, de resto, significa mesmo senhor da Terra (En, uma corrupção de An, significa senhor, e Ki siginifica terra).

Os seus símbolos iconográficos eram o peixe, a cabra e a serpente, os quais foram combinados numa único animal, o mítico Capricórnio (o qual se tornou um dos doze signos do Zoodíaco, cuja ideologia teve a sua base na civilização suméria).
 

História


Quando os Acádios, de origem semita, dominaram a Suméria, adoptaram-no sob o nome de Ea. Enki (en.ki / Ea) é descrito como filho de An, um dos deuses principal do panteão sumério. Irmão mais novo de ENLIL e de NINHURSAG, foi o lider responsavel por "organizar" o planeta Terra (KI) antes da criação do HOMEM. Enki perdeu o controle da terra na altura do dilúvio, (épico de Gilgamesh) para o seu irmão Enlil, herdeiro legitimo do trono e segundo no poder do universo de AN.
 

Feitos importantes


Em conjunto com a sua irmã Ninhursag, participou no momento da criação do homem usando do seu próprio sangue (ADN) na sua concepção.

Em alguns excertos subentende-se que foi ENKI quem sussurrou ao ouvido de Utnapishtim (o biblico Noé -Génesis 6) como escapar ao dilúvio.

  Na Biblia


Pode ser que o biblico Enak se referira a Enki, e este seria um pai dos Gigantes na terra! Um dos simbolos da casa de Enki era a serpente, por este motivo existe quem defenda que este deus seria também a serpente do Éden que levou Eva a comer do "fruto proibido".


Ninhursag


Ninhursag (à direita) com o espírito das florestas, junto à árvore da vida (baixo-relevo de Susa).

Ninhursag (da língua sumeriana "NIN" (Senhora) e "ḪURSAG" ou "ḪUR.SAG" (Montanha sagrada)), foi uma deusa ("dingir") Suméria. Com os atributos principais de uma deusa mãe, teve diversos nomes e atributos ao longo da história da Mesopotâmia, a saber:

* "Ki" - Terra
* "Ninmah" - Grande Rainha;
* "Nintu" - Senhora do nascimento;
* "Mama" ou "Mami" - Mãe;
* "Aruru" - Irmã de Enlil;
* "Dingirmah";
* "Aruru";
* "Uriash".

Outros nomes e atributos menores foram:

* "Ninzinak" - Senhora do embrião;
* "Nindim" - Senhora modeladora;
* "Nagarsagak" - Carpinteira de interiores;
* "Ninbahar";
* "Ninmag" - Senhora vulva;
* "Ninsigsig" - Senhora do silêncio;
* "Mudkesda";
* "Amadugbad" - Mãe que estende os joelhos;
* "Amaududa" - Mãe que dá à luz;
* "Sagzudingirenak" - Meio-esposa dos deuses;
* "Ninmenna" - Senhora do diadema.

Na mitologia Suméria, possivelmente nasceu da união de An (deus supremo, o céu) e de Nammu, embora às vezes também figure como filha de Kishar. Era irmã de Enlil e Enki, com quem mantinha um relacionamento incestuoso.

Nos primeiros dias da criação ela foi separada do céu (An) por Enlil. Com o nome de "Antu" surge como progenitora da maioria dos deuses, dos Anunaki, os Igigi e os Utukku.

Como esposa de Enki era geralmente chamada de "Damgalnuna" ou "Damkina".

Em alguns hinos é identificada como "verdadeira e grande senhora dos céus" e que os reis de Sumer "foram nutridos pelo leite de Ninhursag".

A lenda narra que ela criou as colinas e as montanhas e que o seu nome foi mudado pelo seu filho Ninurta, de "Ninmah" para "Ninursag", para comemorar esse feito.

Como "Nintu" foi sentada, por Enki, na parte mais importante da mesa no dia do banquete pela celebração da nova morada.

Como "Ninmah", auxiliou Enki na criação da raça humana. Ela, juntamente com Nammu, modelaram o homem em argila.

Na Acádia tornou-se conhecida como "Belet-Ili" (Senhora dos deuses), ou "Mamma" (Parteira dos deuses), figurando com papel de destaque no Atrahasis, poema épico sobre a criação e o dilúvio universal. Como esposa de Ea, para os acádios contemporâneos de Enki, era conhecida como Damkina. O seu prestígio diminuiu à medida em que aumentou o de Ishtar, mas o seu aspecto como Damkina, mãe de Marduk, o deus supremo da Babilónia, assegurou-lhe lugar no panteão.

Foi também era venerada pelos antigos egípcios com o nome de Hator. Era representada pelo simbolo omega (Ω) que aparece gravado no topo de pedras desde 3000 BC.



O mito de Enki e Ninhursag


Este mito é relatado nas tabuletas de argila que datam da época de Ur III e da paleo-Babilónia, na antiga Mesopotâmia. A lenda refere como Enki abençoou a terra paradisíaca de Dilmun, a pedido de Ninsikil, fazendo com que brotasse àgua do subsolo, e que navios de Tukric e de outras partes levaram ouro e pedras preciosas à mítica cidade de Dilmun. O texto prossegue narrando as relações incestuosas de Enki, Ninhursag e suas filhas, Ninsar, Ninkurra e Uttu. Após Enki ter mantido relações sexuais com suas filhas, Ninhursag vinga-se dele causando-lhe oito doenças. Mais tarde, Enlil, com a ajuda de uma raposa, trai Ninhursag que havia jurado não vê-lo jamais com bons olhos, até ao dia da morte de Enki. Finalmente, concorda em desfazer a maldição e cria oito divindades para curar cada uma das oito enfermidades que causara


Bibliografia

* BARTON, George A.. Archaeology and The Bible.
* BOTTÉRO, J.; KRAMER, Samuel Noah. Cuando los dioses hacían de hombres.
* KRAMER, Samuel Noah. A História começa na Suméria.
* MICHAEL, Jordan. Enciclopedia de los dioses.

fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ninhursag


publicado por luzdecuraeamor às 22:10
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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

POMBA GIRA-É BOA OU MÁ?

POMBA GIRA-É BOA OU MÁ?

 

 

 



QUEM É A POMBA GIRA

Quem são as Guardiãs Pombas Gira?

Vamos falar bem reduzidamente o que seriam as Guardiãs Pombas Gira:

Se os Guardiões Exus são marginalizados, mais ainda são as senhoras Guardiãs Pombas Gira.

Há muitas pessoas que as associam com prostitutas, ou simplesmente, mulheres que gostam de se expor aos homens e sedentas por sexo. As distorções e preconceitos são características dos seres humanos quando eles não entendem corretamente algo, querendo trazer ou materializar conceitos abstratos, distorcendo-os. Essas nossas irmãs em Deus nada mais são que espíritos desencarnados, que como os Exus, viveram na Terra e hoje, por afinidade fluídica, militam como mais uma corrente de trabalho portentosa dentro da Umbanda.

Não temos culpa se certos “Médiuns” medíocres dão passividade para quiumbas ou mesmo fingem uma incorporação de uma Guardiã Pomba Gira, para serem aceitos e terem suas opiniões e mesmo trejeitos aceitos pela comunidade religiosa. Com certeza, exteriorizam somente aquilo que suas mentes doentias acham serem certos.

Dentro da hierarquia das Guardiãs Pombas Gira, estão divididas em níveis diversas outras Pombas Gira, da mesma forma que as demais legiões. É claro que em alguns casos podem ocorrer que uma delas em alguma encarnação tivesse passado pela experiência dolorosa de ser uma prostituta, mas, isso não significa que as Guardiãs Pombas Gira tenham sido todas prostitutas e que assim agem. As que foram, hoje estão integradas na Umbanda, a fim de realizarem a grande reforma íntima através da caridade e do Mediunismo redentor.

Não se torna uma Guardiã Pomba Gira pelo simples fato de se ter errado perante as Leis Divinas. Afinal, quem nunca errou na vida? Ser uma Guardiã Pomba Gira exige preparo, conhecimento, magia, discernimento e muito amor. É mais uma corrente de trabalho espiritual na Umbanda, onde espíritos seletos atuam na faixa vibratória que mais se afinizam.

As Guardiãs Pombas Gira não são a representação da sexualidade e nem da sensualidade, mas sim frenam os desvios sexuais dos seres humanos e direcionam essas energias para a construção da espiritualização, evitando a destruição espiritual e material de cada ser.

A sensualidade desenfreada destrói o homem: a volúpia. Este vício moral é alimentado pelos encarnados e desencarnados pela invigilância das Leis de Deus, criando um ciclo ininterrupto, caso as Pombas Gira não atuem neste campo emocional, frenando-o e redirecionando-o.

As Guardiãs Pombas Gira são grandes magas e conhecedoras das fraquezas humanas. São executoras da Lei.

Cabem as Guardiãs Pombas Gira esgotar os vícios ligados ao sexo, equilibrando o ser humano.

Gostaríamos de salientar que as Guardiãs Pombas Gira não são Exus fêmeas como dizem muitas das literaturas encontradas, mas sim, é mais uma das hierarquias de Deus;

Tudo que se refere ao estudo sobre os Guardiões Exus vale também para as Guardiãs Pombas Gira, ou seja, elas se manifestam na Umbanda através de espíritos incorporados as suas hierarquias. Elas são elementos mágicos ativados através de oferendas e elementos religiosos quando ativados num Templo. Também são agentes da Lei de Deus que podem ser ativadas pela Lei Maior. Os Guardiões Exus vitalizam/desvitalizam, as Guardiãs Pombas Gira esgotam o emocional ou despertam o desejo.

As Guardiãs Pombas Gira de Trabalho são tão maravilhosas quanto os Guardiões Exus. Elas realizam curas até mesmo de enfermidades dadas como incuráveis, desmancham trabalhos de magia negra, resolvem problemas, nos dão conselhos preciosos de como bem dirigir nossas vidas, enfim, fazem tudo pelas pessoas bem intencionadas que as procuram para a prática da caridade. È uma pena que ainda existam pessoas que as procuram somente para desmanchar relacionamentos amorosos ou conquistar alguém.

Como nossos irmãos Guias Espirituais, os Guardiões Exus, e as Guardiãs Pombas Gira, quando terminarem o círculo de trabalhos espirituais e permanência nas correntes de trabalho na Umbanda irão para uma faixa de espiritualidade superior, e serão conduzidas pelas Leis do Eterno Amor para o seu verdadeiro destino, a sua perfectibilidade e a verdadeira e eterna felicidade nas moradas do Senhor. Por isso, considerando que as Guardiãs Pombas Gira são criaturas como nós, filhos de Deus, considerando que bem orientadas por Orixás, e Guardiãs Pombas Giras de Lei trabalhem somente para o bem, devemos tratá-las com todo carinho, respeito, procurar compreendê-las e conduzi-las (as não esclarecidas. As que estão iniciando o seu caminho rumo a espiritualidade maior) para o caminho da redenção.

A Legião das Guardiãs Pombas Gira atuam:

• Nas descargas para neutralizar correntes de elementares/elementais vampirizantes, bem conhecidos como súcubus e íncubos, que atuam negativamente, por meio do sexo, fazendo de suas vitimas verdadeiros escravos das distorções sensuais.

• Cortando trabalhos de magia sexual negativa e as ditas “amarrações”, pois ninguém deve se ligar a ninguém a força. Isto é considerado pelos tribunais do astral como desvio de carma e as sanções para aqueles que realizam tais trabalhos são as mais sérias possíveis.

• Cortando trabalhos de magia negra, pois não é permitido pela Lei Divina que as pessoas ou espíritos possam fazer o que bem entenderem, ainda mais ferindo o Livre Arbítrio alheio.

• Neutralizando correntes e trabalhos feitos para desmanchar casamentos.

• Trabalham incansavelmente no combate as hostes infernais, quando estas procuram atingir injustamente quem não merece.

• Trabalham no combate das viciações que escravizam os Médiuns, protegendo-os das investidas do baixo astral, quando se fazem merecedores.

• Fazem à proteção dos Templos onde habita a Espiritualidade Maior, principalmente onde se pautam pelo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

• Combatem a leviandade, promovendo a firmeza que trás o respeito através do poder da palavra. Tais atributos e a harmonia de seus efeitos combinados, trazem a serenidade mental, onde os Sagrados Orixás atuam, pois quem não sabe o que pensa, não sabe o que diz.

• Trabalham incansavelmente fazendo de um tudo para que seus Médiuns possam galgar graus conscienciais luminosos perante a espiritualidade maior, equilibrando-os, auxiliando-os, mas jamais são coniventes com os desmandos de seus pupilos, corrigindo-os, às vezes, implacavelmente, para que possam enxergar seus erros e retomarem a senda da Luz.

• A Guardiã Pomba Gira, como entidade de trabalho, não são e nunca foram espíritos lascivos, tenebrosos, viciados, atrasados e maldosos, como muitos querem doutrinar.

• A Guardiã Pombas Gira atuam no combate aos quiumbas (na medida do possível ajudando-os a evoluir) e no combate das energias desvairadas e viciantes; nas cobranças e nos reajustamentos emotivos e passionais; nas cobranças da Lei Divina (carma); nas emoções e nas ações dos indivíduos.

• As Guardiãs Pombas Giras conhecem profundamente os mais íntimos segredos dos seres humanos e que apesar dos absurdos em seus nomes, ainda assim, nos auxiliam a evoluir, esperando pacientemente à hora de nossa maturidade.

• A Guardiã Pombas Gira são valorosas Guardiãs da Antiga Sabedoria, da Tradição da Umbanda. Não são vulgares. São guerreiras, heroínas, protetoras e grandes magas.

Lembre-se que nenhuma Guardiã Pomba Gira jamais atua negativamente na vida de qualquer ser, promovendo desuniões, feitiçarias, magias negras, fofocas, maledicências e toda sorte de coisas ruins. Infelizmente a maldade é um imperativo humano. Quando um ser humano, negativamente invoca o poder da Guardiã Pomba Gira, não é a entidade em si que vai atender ao seu pedido maléfico, mas sim, a força Pomba Gira, força magnética ígnea telúrica, que vai ser acionada e utilizada. Seria a mesma coisa que utilizarmos à força elétrica; podemos usá-la para o bem ou para o mal. A força é a mesma, mas não tem vontade própria.

Vamos agora usar de um artigo maravilhoso (de autor desconhecido), adaptando-o, e encontraremos que é a fiel imagem da uma mulher. E isso é ser a Senhora Guardiã Pomba Gira:

 



SER GUARDIÃ POMBA GIRA….

• Ser Guardiã Pomba Gira é viver mil vezes em apenas uma vida, é lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora, é estar antes do ontem e depois do amanhã, é desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos.

• Ser Guardiã Pomba Gira é caminhar na dúvida cheia de certezas, é correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva.

• Ser Guardiã Guardiã Pomba Gira é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza, é cancelar sonhos em prol de terceiros, é acreditar quando ninguém mais acredita, é esperar quando ninguém mais espera.

• Ser Guardiã Pomba Gira é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa, é ser enganada e sempre dar mais uma chance, é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.

• Ser Guardiã Pomba Gira é estar em mil lugares de uma só vez, é fazer mil papéis ao mesmo tempo, é ser forte e fingir que é frágil pra ter um carinho.

• Ser Guardiã Pomba Gira é se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas, é distribuir emoções que nem sempre são captadas.

• Ser Guardiã Pomba Gira é comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever, é construir castelos na areia, vê-los desmoronados pelas águas e ainda assim amá-las.

• Ser Guardiã Pomba Gira é saber dar o perdão, é tentar recuperar o irrecuperável, é entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.

• Ser Guardiã Pomba Gira é estender a mão a quem ainda não pediu, é doar o que ainda não foi solicitado.

• Ser Guardiã Pomba Gira é não ter vergonha de chorar por amor, é saber a hora certa do fim, é esperar sempre por um recomeço.

• Ser Guardiã Pomba Gira é ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões, das traições e das decepções.

• Ser Guardiã Pomba Gira é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente.

• Ser Guardiã Pomba Gira é ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem, é desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos e fincar a bandeira da conquista.

• Ser Guardiã Pomba Gira é entender as fases da lua por ter suas própria fases. É ser “nova” quando o coração está a espera do amor, ser “crescente” quando o coração está se enchendo de amor, ser “cheia” quando ele já está transbordando de tanto amor e “minguante” quando esse amor vai embora.

• Ser Guardiã Pomba Gira é hospedar dentro de si o sentimento de perdão, é voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes coisas que nunca ficaram esquecidas.

• Ser Guardiã Pomba Gira é cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.

• Ser Guardiã Pomba Gira é ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.

• Ser Guardiã Pomba Gira é conseguir encontrar uma flor no deserto, água na seca e labaredas no mar.

• Ser Guardiã Pomba Gira é chorar calada as dores do mundo e em apenas um segundo já estar sorrindo.

• Ser Guardiã Pomba Gira é subir degraus e se os tiver que descer não precisar de ajuda, é tropeçar, cair e voltar a andar.

• Ser Guardiã Pomba Gira é saber ser super-homem quando o sol nasce e virar cinderela quando a noite chega.

• Ser Guardiã Pomba Gira é acima de tudo um estado de espírito, é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo.

FONTE-
http://povodearuanda.wordpress.com/2010/02/14/exus-e-pomba-gira/
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Shambhala, Shambala, Shamballa ou Sambala

Deserto de Gobi, Mongólia - paisagem fantástica que abriga o segredo da Cidade dos Filhos de Deus, o lugar que nenhum ser humano comum pode alcançar, uma lenda de maldição que engole os viajantes e enlouquece os curiosos. Shambala, a cidade invisível das areias de Gobi, guardada pelos gênios djins [dir.]criadores de miragens perfeitas.


Por milhares de anos, rumores e relatos circulam no mundo sobre um lugar, além dos picos gelados do Tibet, além dos vales da Eurásia, onde fica um paraíso inacessível à maioria do homens, lugar onde reinam a sabedoria e a paz, uma cidade chamada Shambala.

Shambala, que em sânscrito significa "lugar de paz", é uma localidade mítica, habitada por uma comunidade de seres perfeitos e semi-perfeitos que em silêncio e segredo são os guias da evolução da humanidade.

Segundo a lenda, somente os "puros de coração" podem viver em Shambala. Ali desfrutam de completo bem estar e felicidade em uma existência sem sofrimento, sem angústia de desejos, sem doença ou velhice. Não há injustiças; as pessoas são belas e possuem faculdades metafísicas, extra-sensoriais. São altamente avançados sob todos os aspectos, do espiritual ao tecnológico, do artístico ao científico.

A localização exata de Shambala é um mistério. Numerosos exploradores e adeptos de diferentes tradições espirituais tentaram encontrar a "cidade invisível" sem sucesso. Apesar de tudo, parece certo que Shambala fica na Eurásia. Teósofos vão mais além e apontam o deserto de Gobi como o lugar que abriga a "morada dos deuses" (ou dos mestres ascensos). Entretanto, esta Shambala, que ninguém pode ver ainda que percorra todos os quadrantes do deserto, situa-se além da realidade física percebida pelo homem; Shambala é uma ponte, portal entre o mundo dos homens e um outro mundo, um mundo além da percepção ordinária. Muitos dos Lamas do Tibet dedicaram - e dedicam - suas vidas a obter um desenvolvimento espiritual que possa conduzi-los a uma "viagem até Shambala".

As Profecias de Shambala

A profecia fala da gradual degradação da raça humana, com a expansão da ideologia do materialismo cada vez mais generalizada em todo os lugares do mundo. Quando os "bárbaros materialistas" estiverem reunidos sob um governo maligno, quando não houver mais nada a conquistar as névoas dos Himalaias se dispersarão e revelarão Shambala, como uma jóia incrustada nas montanhas. Os bárbaros atacarão Shambala fortemente armados mas o 32º rei de Shambala, Rudra Cakrin (ou Kalki), conduzirá a reação contra os invasores que, então, serão destruídos.

Outra profecia parece se referir aos tempos atuais antecipando especificamente a desintegração do budismo no Tibet e o crescimento do materialismo no mundo. No que se refere ao Tibet, o país está praticamente anexado à China. O governo chinês, pouco afeito às tradições religiosas entende de controlar os mosteiros e interferir na tradição protocolar e hierárquica dos Lamas e monges. O exílio do Dalai Lama e do "Ripnoche" tibetano, Chögyan Trungpa - em 1959 - parecem marcar o começo de tempos difíceis para a civilização.

Pesquisa Acadêmica e Maldição

Em maio de 2003, o jornal russo Pravda noticiou a publicação de uma dissertação sobre Shambala, elaborada pelo pesquisador de ciência histórica, Andrey Sterlkov, do laboratório de filosofia do Bashkir Institute. É um dos raros trabalhos acadêmicos sobre o tema. Sterlkov refere-se a Shambala como um país legendário mencionado em ensinamentos antigos da sabedoria oriental, especialmente o Kalachakra Tantra. Ali habitam seres superiores em relação aos homens comuns, superiores em saberes e em faculdades metafísicas, possuidores de poderes extra sensoriais.

Os supostos poderes dos mestres de Shambala fascinaram e atraíram muita gente. Esotéricos, curiosos e estadistas perigosos com Hitler e Stalin. O governo nazista enviou mais de uma expedição ao Tibet e outras regiões da cordilheira Himalaia. Os nazis acreditavam que os arianos puros, "raça superior", eram descendentes diretos desses sábios transcendentais.

A lenda de Shambala tornou-se popular no Ocidente mas a verdade sobre esse lugar fantástico somente é conhecida pelos Lamas mais graduados, os únicos capazes de ler e entender as escrituras que contêm informações originais sobre esse assunto. As tentativas de descobrir o segredo de Shambala foram inúteis ou desgraçadamente infelizes: a maioria dos investigadores ocidentais que perseguiram o sonho de encontrar Shambala, morreram de forma trágica ou desapareceram sem deixar rastro.

São casos como o do orientalista alemão Albert Grunwedel, que viveu no começo do século XX e enlouqueceu enquanto trabalhava na tradução de textos sobre Shambala; atirou-se pela janela e morreu em um momento de insanidade.

Sterlkov acredita que a investigação sobre Shambala precisa de mais do que uma benção dos Lamas. Um pesquisador somente pode descobrir a verdade por trás da lenda quando entender que é necessário conhecer profundamente um ensinamento budista chamado Kalachakra Tantra.
O texto místico deste ensinamento descreve o mítico país em detalhes. O próprio Sterlkov é um praticante Kalachakra: "Qualquer um que estude o Kalachakra chegará, inevitavelmente, a Shambala. Shambala é um espécie de pós-graduação para os estudantes avançados desse Tantra".

 


Kalachakra (tib. dus kyi 'khor lo / Dükyikhorlo), ou Roda do Tempo em sânscrito, é o nome de uma das principais divindades do buddhismo Vajrayana tibetano. De acordo a tradição, os ensinamentos de Kalachakra foram transmitidos pelo buddha Shakyamuni no século VI a.C., a pedido de Suchandra, o rei da terra pura de Shambhala. Esses ensinamentos, compilados em um texto chamado Kalachakra Tantra, teriam sido transmitidos de geração a geração, de mestre a discípulo.

Os ensinamentos foram levados ao Tibet no século XI, em duas linhagens separadas (Dro e Rva), unidas posteriormente pelo monge Butön Rinchen Drup. Um de seus discípulos, Chökyi Pel, transmitiu os ensinamentos de Kalachakra ao lama Je Tsong Khapa e, eventualmente, a linhagem chegou ao sétimo Dalai Lama. Ele introduziu os ensinamentos em seu monastério pessoal, o Namgyel, e essa transmissão continua até hoje, com o Dalai Lama atual.

Os ensinamentos registrados no Kalachakra Tantra são interpretados em três níveis — externo, interno e alternativo. O Kalachakra externo se refere ao mundo físico, aos elementos do universo e às leis do tempo e do espaço, lidando com a astronomia, astrologia e matemática. O Kalachakra interno corresponde aos elementos do corpo, aos agregados psicofísicos, às capacidades físicas e psíquicas, lidando com a fisiologia tântrica e com o sistema de energia do corpo humano. O Kalachakra alternativo lida com a base, o caminho e o resultado das yogas, ou meditações, que conduzem ao estado iluminado da divindade Kalachakra e de sua mandala. Deste modo, a prática do Kalachakra alternativo purifica os Kalachakras externo e interno.

Todos elementos dessa mandala — o diagrama simbólico de um palácio divino, a própria roda do tempo — representam algum aspecto da divindade Kalachakra e de sua terra pura. Há 722 divindades na mandala, simbolizando os várias aspectos da consciência e da realidade que constituem a sabedoria de Kalachakra. Interpretar e entender todos estes símbolos equivale a ler e compreender toda a vasta gama de ensinamentos do Kalachakra Tantra.

A divindade Kalachakra reside no centro da mandala. Seu palácio divino é constituído pelas nossas próprias mandalas pessoais: corpo, fala, mente, sabedoria e grande êxtase. O palácio é dividido em quatro quadrantes, cada um deles com muros, portões e centros. As cores são representações específicas dos elementos: preto ou azul, no oeste (abaixo), representa o ar; vermelho, no sul (esquerda), representa o fogo; amarelo ou laranja, no oeste (acima), representa a terra; e branco, no norte (direita), representa a água.

O palácio quadrado das 722 divindades fica sobre o círculo da terra; os outros círculos, representando a água, o fogo, o ar, o espaço e a consciência, se estendem para fora dos muros do palácio. Os círculos externos representam o cosmos, e dez divindades iradas residem em um desses círculos, servindo como protetores.

A mandala de Kalachakra é dedicada à paz e ao equilíbrio interior e exterior. Ao observá-la, pode-se sentir a paz em muitos níveis. Segundo o Dalai Lama, as divindades da mandala criam uma atmosfera favorável, reduzindo a tensão e a violência. "É um modo de plantar um semente, e esta semente terá seu efeito kármico. Não é necessário estar presente à cerimônia de Kalachakra para receber seus benefícios."


A divindade Kalachakra
e seu mantra

Descrição da Mandala de Kalachakra


1. Mandala do grande êxtase, com um lótus que abriga três casais de divindades (Kalachakra e Vishvamata, Akshobhya e Prajnaparamita, Vajrasattva e Vajradhatvishvari), circundados por oito shaktis
2. Mandala da sabedoria iluminada
3. Mandala da mente iluminada
4. Mandala da fala iluminada
5. Mandala do corpo iluminado
6. Animais que representam os meses do ano
7. Meio-vajras com meias-luas, cada uma delas adornada com uma jóia vermelha
8. Formas geométricas que representam os seis elementos, ou seja, os cinco elementos físicos (fogo, água, terra, ar, espaço) e o elemento da sabedoria (consciência)
9. Trinta e seis deusas de oferendas, representadas por sílabas-semente em sânscrito
10. Vajras duplos que correspondem aos quatro pontos cardeais
11. Guirlandas e meias-guirlandas de pérolas brancas, circundadas pelos oito símbolos auspiciosos
12. Goteiras que liberam a água da chuva que cai sobre o teto do palácio
13. Meio-lótus que simboliza a proteção contra as emoções aflitivas
14. Sete animais puxando uma carroça, levando duas divindades protetoras
15. Portão da mandala do corpo iluminado
16. Jardim de oferendas
17. Círculo do elemento terra com cruzes entrelaçadas, representando a firmeza
18. Círculo do elemento água com ondas
19. Senge Kanga Gyepa, um leão de oito patas, puxando uma carroça com duas divindades protetoras iradas
20. Círculo do elemento fogo
21. Círculo do elemento ar
22. Roda do Dharma, com um par de divindades protetoras no centro
23. Sílabas-semente em sânscrito
24. O círculo do elemento espaço com uma cerca de vajras dourados cruzados
25. Círculo do elemento da sabedoria (o grande círculo da proteção)

Mantra de Kalachakra

Mantra de Kalachakra - As "Dez Todo-Poderozas" sílabas do mantra de Kalachakra compreendem em sí as 84.000 categorias de ensinamentos do Buda. O mantra tem o propósito de purificar o corpo, a fala e a mente. O poder de Kalachakra pacifica conflitos e incrementa a paz e o bem-estar, reduz o sofrimento e aumenta o amor, bondade, compaixão, alegria e felicidade. O símbolo contém as sílabas semente do Kalachacra Heruca. Representa a essência da energia dos ensinamentos que transcende os conceitos relativos. O mantra é um veículo para a paz.


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Budismo Animação - Graz Kalachakra Multimédia, seis reinos do samsara, 10 estágios da meditação


KALACAKRA (Sânscrito): ver KALACHAKRA
KALACHAKRA (Sânscrito): Horário de rodas; nome de uma divindade específica do MAHA-IOGA ANNUTTARA classe TANTRA.
fonte:
http://kalachakranet.org/resources_glossary_az.html


A Grande Loja Branca & a Dimensão dos Jinas

Também chamada de Fraternidade Branca Universal, a "Grande Loja" reúne seres de consciência elevada, pertencentes a diferentes graus hierárquicos, que habitam uma dimensão ontológica que não coincide, em termos espaço-temporais, com a realidade terrena: o "mundo dos Jinas" ou "estado (de ser-estar) em Jinas" - um não-lugar, situado em uma lacuna de tempo onde "existe" a cidade de Shambala. Ali os grandes Mestres da humanidade vivem em corpos imortais por milhares de anos. Os habitantes de Jinas podem manifestar a si mesmos (projetar) em todas as dimensões do Universo (ubiqüidade) e têm poder sobre toda a Criação orientados por infinita sabedoria, amor, senso de justiça, misericórdia e onisciência sobre todas as coisas.

As informações sobre Shambala em línguas ocidentais são escassas e confusas. Sempre tratada como mito, essa localidade ora é descrita como um espaço geográfico físico embora oculto em lugar remoto; ou então é admitida como um não-lugar terreno, uma "cidade invisível" pertencente a outra dimensão. Em qualquer caso, chegar a Shambala não depende mapas ou meios de transporte convencionais. Os relatos que existem sobre Shambala, segundo os próprios autores, são o resultado de "deslocamentos" físicos extraordinários.

Muitos esotéricos - no oriente e no ocidente, afirmam que conhecem Shambala. Alguns dizem que foram à cidade dos Deuses em corpo astral, somente em espírito ou ainda, conhecem Shambala através de visão remota. Outros relatam todo um ritual de Iniciação nas ciências ocultas, estudos que demandam anos, como o conhecimento Kalachakra, até que o discípulo esteja apto a passar pelas provas de elevação espiritual que o levarão ao Templo dos Mestres - em Shambala.

A teósofa Helena Petrovna Blavatsky, em Isis sem Véu e A Doutrina Secreta, fala de Shambala com reservas, pulverizando as informações em trechos esparsos das duas obras. Em Antropogênese (volume III da Doutrina) Blavatsky indica a localização e revela um pouco dos mistérios desta cidade ou reino de fábula:

Diz a tradição que... onde hoje só existem lagos salgados e desertos estéreis e desolados, existia um imenso mar interior que se estendia sobre a Ásia Central, ao norte da cadeia dos Himalaias... No centro desse mar, uma ilha que, por sua beleza incomparável, não tinha rival no mundo e era habitada pelos últimos remanescentes da Raça que precedeu a nossa [NOSSA RAÇA FÍSICA DENSA - pré-lemurianos heterosexuais]. ...Eram "Filhos da Vontade e do Ioga"... Essa raça podia viver com igual facilidade na água, no ar e no fogo porque tinha domínio ilimitado sobre os elementos. Eram os "Filhos de Deus"... os verdadeiros Elohim... [BLAVATSKY, 2001]

A ilha existe ainda hoje [fim do século XIX]...como um oásis rodeado pela terrível solidão do grande deserto de Gobi... Não havia nenhuma comunicação por mar com a formosa ilha, mas passagens subterrâneas, somente conhecidas pelos chefes, iam ter em todas as direções. [id]

Os Mestres da Vida residem nas montanhas nevadas dos Himalaias... Filhos da Sabedoria, Irmãos do Sol nos anais chineses [BLAVATSKY, 2000]



戈壁(沙漠 DESERTO DE GOBI - Com 1 milhão 295 mil km² de área, situa-se entre a Mongólia e a China. Na Mongólia, capital Ulaanbaatar - os montes Altai se situam no oeste, sendo o Tavan Bogd Uul, com 4.373m, o ponto mais elevado do país, e o Deserto de Gobi, arenoso cobrindo uma ampla extensão do sul ao leste. Gobi é um dos lugares da Terra entre os mais cotados para abrigar o segredo de Shambala. Outro ponto muito visado é a cordilheira dos picos dos Himalaias, com suas neves eternas, vales e subterrâneos desconhecidos.


 

Montanhas Altai , Asia Central, na convergência entre Rússia, China, Mongólia e Cazaquistão. Com uma forte tradição de magia xamânica, essa cadeia de montanhas também pode ser uma possível localização para Shambala ou, ainda, para uma de suas "saídas" para o "mundo exterior".


O site esotérico NAVE LUZ (
http://www.naveluz.arq.br/templos/shambala.htm), em texto sobre Shambala, também localiza "o reino" na "esfera sutil" do deserto de Gobi e qualifica o local como "sede da hierarquia espiritual da Terra.. o maior e mais suntuoso centro de Luz do Planeta"." Foi erigido em uma ilha situada no mar cujas águas, outrora, cobriam o atual deserto - uma ilha no "mar de Gobi".
CLIQUE AQUI
http://portaldosanjos.ning.com/group/grandefraternidadebrancaeosanj...

A "geografia especial" dessa "esfera sutil" pressupõe o entendimento de COEXISTÊNCIA de mundos, simultaneidade ontológica (DE SER) sem coincidência geofísica mas, antes, coincidência metafísica.

Shambala está situada na "esfera ONTOLÓGICA" terrena e AO MESMO TEMPO este SER-ESTAR não é manifestado e/ou perceptível na REALIDADE OBJETIVA FÍSICA, MATERIAL DENSA (em oposição ao sutil da terminologia esotérica). A ESFERA SUTIL que abriga shambala, situa-se - geometrica-geológica-analogicamente no deserto de Gobi porém na CONDIÇÃO DE ESTAR no que a ficção científica contemporânea denomina de OUTRA DIMENSÃO. Shambala, é complica mesmo!

Perceber Shambala e estar em Shambala implica - necessita-demanda! um ESTADO DE CONSCIÊNCIA PROPÍCIO - "estado jinas". Trata-se de sintonizar a autopercepção com a FREQÜÊNCIA ONTOLÓGICA onde Shambala existe - e existe por que pode ser percebida neste e somente neste especial estado de consciência. Alguns chamam-no transe; outros sonambulismo, letargia estática, viagem astral; e ainda, sonho ou delírio mas nunca alguém que "esteve em Shambala" lá esteve em estado de vigília ordinária (comum).

O aventureiro que se lança à busca de Shambala em uma expedição comum ao deserto de Gobi certamente nada vai encontrar. Possivelmente, sequer seria preciso se abalar de sua cadeira para estar em Shambala nas coordenadas geográficas físicas-densas-terrenas correspondente à região que assinalamos no mapa como deserto de Gobi. Todas as tradições afirmam que Shambala e seus habitantes existem na "dimensão dos jinas" e que a cidade-reino é rigorosamente guardada por djins - gênios elementais. Estes guardiões cuidam para nem mesmo uma alteração de consciência casual sofrida por um viajante exausto possa revelar, inadvertidamente, a visão da magnífica cidadela como algo verdadeiro; será sempre nada mais que uma miragem desvanescendo-se em fração de segundo...

Shambala não existe no mundo físico... Conhecido no Tibet como o "Reino Oculto", é uma comunidade de seres perfeitos que estão guiando a evolução do ser humano... Os textos religiosos tibetanos descrevem a natureza física com detalhes, com sua estrutura semelhante ao lótus de oito pétalas, ali, oito regiões aparecem cercadas de montanhas. A capital é Kalapa. Os palácios são ornamentados com ouro, diamantes, corais e outras gemas preciosas. Cercado de picos recobertos de gelo, o conjunto, montanhas e palácios, são como uma jóia arquitetônica refletindo uma luz cristalina.

Uma tecnologia inusitada e avançada é usada em Shambala; um palácio possui clarabóias que são lentes e funcionam como "telescópios" de alta potência. Servem para estudar a vida extraterrestre. Há milênios os habitantes de Shambala usam veículos, naves - que circulam nos subterrâneos da terra através de um sistema de túneis. Os Shambaleans possuem, normalmente, faculdades metafísicas, não orgânicas, como a clarividência, a habilidade de mover-se a grandes velocidades, de materializar-se e desmaterializar-se, desaparecer...

Estranhos sinais e acontecimentos são registrados na região que os tibetanos reconhecem como localização de Shambala. Contam as lendas que o lugar é guardado por seres com poderes sobre-humanos. No início do século XX (anos de 1900), um artigo no periódico hindu The Statesman relata a aventura de um militar britânico que, acampando no Himalaia viu um homem muito alto, usando vestes claras e cabelos longos. Ao perceber que estava sendo observado, o estranho desapareceu! Os tibetanos não ficam surpresos com histórias assim e dizem que estes seres são aqueles que protegem a "Terra Sagrada". MUNDO MÍSTICO

O escritor Andrew Thomas, que viveu na China e na Índia, em seu livro Shambala, informa que antes de H.P. Blavatsky ter escrito Isis sem Véu e A Doutrina Secreta, menções a esse misterioso reino já tinham sido feitas por dois padres missionários católicos: Ètienne Cacella e Jean Cabral, há 350 anos [o texto é da primeira década de 2000].

Thomas foi discípulo de um outro investigador da "Ilha Branca", Nikola Roerich. CLIQUE AQUI:
http://portaldosanjos.ning.com/group/grandefraternidadebrancaeosanj...

Este pintor russo escreveu que: "No meio de colossais montanhas perenemente nevadas, sua expedição encontrara vales luxuriantes, fontes de água quente e, no mais, só rochas sempre cobertas de neve" e ainda - "Nos contrafortes dos Himalaias existem muitas grutas, e diz-se que vão até grandes distâncias, sob o Kinchinjunga. Houve mesmo que visse a “porta de pedra” mítica, que nunca foi aberta porque ainda não chegou o tempo. Estas profundas passagens conduzem a Shambhala – o vale maravilhoso".[N. ROERICH - Himalayas’ Abode of Light – 1947 In JORNAL INFINITO, 2007.


O cientista Jacques Bergier, um dos precursores do realismo Fantástico contemporâneo, acreditava que Shambala localizava-se em uma das "dobras da terra" ou seja, uma dimensão desconhecida da física clássica.

O irmão mais velho do Dalai Lama atual (2007), Jigme Norbu, no livro Tibet, atesta a existência de Shambala, seus habitantes, sua tecnologia espantosa, as bibliotecas contendo todo o saber do universo, o papel dos dirigentes no destino da humanidade; um tesouro em todos os sentidos oculto em abrigos subterrâneos, em fortalezas de pedra, cavernas, não somente na cordilheira Himalaia mas também nos Andes. [JORNAL INFINITO, 2007]
http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=206


Shambala & Agharta ― Magos Negros & Magos Brancos


Uma visão bastante detalhada da TERRA OCA: o grande Reino de Agarthi - Land of Advanced Races... Shambala (Shamballah) a Leste e o sistema de túneis conectando os fantásticos subterrâneos a vários pontos-portais na superfície da Terra, como a Grande Pirâmide (Egito), três vias vias no Brasil, uma nos Estados Unidos. Na ilustração vêem-se mares interiores e um "sol central". Na representação também aparecem naves espaciais e uma base com de onde partem os discos para outras galáxias. Duas entradas principais seriam localizadas nos pólos Ártico e Antártico.

A maior parte das referências sobre Shambala descrevem uma morada de "Reis Divinos", seres superiores espiritualmente e, por conseguinte, necessariamente bons, seres que trabalham pelo BEM da humanidade. Outro elemento recorrente do mito "Shambala" é sua associação com outro reino, Agarthi. Quando Shambala aparece associada a Agarthi, seu caráter se inverte e de centro de luz, passa a ser descrita como território de Trevas, onde se reúnem os Magos Negros.

Em 1925, Agarthi e Shambala são citadas no livro Homens, Deuses e Animais, do russo Ossendovski. Ali, uma lenda tibetana dizia que há 3 ou 4 mil [os teósofos diriam que os fatos são mais antigos)] anos atrás existia no Deserto de Gobi uma civilização avançada. Uma catástrofe que, suspeita-se, pode ter sido uma explosão atômica, transformou a região, que era fértil e um dia foi mar, no deserto que se vê nestes séculos [XIX, XX e XXI]. Sobreviventes da tragédia refugiaram-se, parte no extremo norte da Europa, parte no Cáucaso.

Os mestres da civilização, "detentores do conhecimento" teriam, então, se instalado em um imenso sistema de cavernas sob o Himalaia (PAUWELS/BERGIER, 2007) e ali se dividiram em dois grupos: a "via da mão direita" (magia branca) e a "via da mão esquerda" (magia negra, genericamente). Os magos brancos fundaram Agarthi, "lugar de contemplação", escondida e desinteressada do "mundo lá fora".

O segundo grupo construiu Shambala, cidade marcada por violência em torno de disputas pelo poder. O magos negros de Shambala não somente se interessam pelo "mundo da superfície" como também interferem no curso dos acontecimentos. Comandam os elementos [força naturais, águas, ares etc.] e as massas humanas. Este "universo" subterrâneo e terreno é a essência da Teoria da Terra Oca.

Na ilustração acima, a representação de naves espaciais e base de pouso e decolagem sugerem claramente que muitos dos "fenômenos OVNI" poderiam ter origem na Terra mesmo; não seriam naves ou visitantes extraterrestres; mas poderiam ser alienígenas intraterrestres. Não é uma hipótese impossível nem desprezível - ainda que a Terra não seja "Ôca", pois o subsolo do planeta pode, de fato, abrigar mistérios dessa natureza.

Shambala & Jesus

Apesar das contradições em torno da mitológica Shambala, é certo que ali habitam seres superiores no sentido de serem dotados de faculdades extraordinárias que não se manifestam no homem comum contemporâneo. Esses seres são sempre mencionados como mestres e entre os mestres "do bem" que, supostamente vivem em Shambala, destacam-se Buda e Jesus, ainda que não seja de todo impossível serem ambos o mesmo Espírito. O Livro de Ouro da Igreja Gnóstica expõe essa crença sem rodeios e também se refere ao estado de Jinas:(
http://www.gnosisonline.org/download2/O%20Livro%20de%20Ouro%20da%20...)

Shambala é um país secreto do Tibet Oriental. Ali vive atualmente Jesus, o Cristo com seu mesmo corpo ressuscitado há mais de 2 mil anos. Ali, no Shambala, tem seu Templo de Mistérios. O Shambala se encontra em estado de Jinas e é um gigantesco país. Ali existem os principais Monastérios e Templos da Igreja Gnóstica. Lá vivem muitos Mestres da Igreja Gnóstica, cujos corpos datam de idades antiqüíssimas, e estão em estado de Jinas.

Quando Jesus caminhou sobre as águas, levava o corpo em estado de Jinas. Quando Jesus fez o milagre da multiplicação dos peixes e pães estava em estado de Jinas. Shambala é um país onde jamais chegaram os profanos, pois está muito oculto. Jesus o Cristo voltará no zênite de Aquário com seu mesmo corpo que ressuscitou e ainda conserva em estado de Jinas.

Mais tarde, o Mestre voltará no continente ANTÁRTICO para iluminar a Sexta Raça (CORÁDI) e muito mais tarde voltará para instruir a Sétima Raça. Ele é o SALVADOR DO MUNDO, realmente o único que pode salvar−nos; Jesus Cristo trouxe a doutrina da Gnose do Universo. Jesus Cristo é um PARAMARTASATYA que renunciou ao ABSOLUTO para vir a este vale de lágrimas.

E sobre Agarta (ou Agarthi):

O REINO DE AGHARTI se encontra nas cavernas subterrâneas da Terra. A Terra é oca. Toda uma rede de cavernas constitui o Agharti. No Agharti vive o Patriarca Rei da Terra, com um grupo de sobreviventes da Atlântida.

Os Habitantes de Shambala

O reino invisível de Shambala é habitado por seres muito antigos, pertencentes aos remotos tempos da 3º Raça Humana, os jurássicos Lemurianos. Esta 3ª Raça experimentou as primeiras formas humanas caracterizadas pela diferenças de sexo e modo de procriação ovo-vivíparo e sexuada (fecundação com contato físico; nove meses dentro do corpo da mãe, como "ovóide em desenvolvimento" e a seguir, o nascimento, como uma miniatura de pessoa adulta, para um novo período, mais longo de complementação do desenvolvimento).

As pessoas da Terceira Raça eram assexuadas, tornaram-se bissexuais ou hermafroditas (ou ainda, andróginos) e, finalmente, dividiram-se em gêneros heterossexuais, macho e fêmea. Contudo, essa evolução não foi homogênea: enquanto a maioria dos Lemurianos, aos poucos torva-se sexuada, uma parcela se manteve virgem (assexuada); recusaram a função reprodutiva e tornaram-se "Deuses", uma Dinastia Divina.

A introdução do sexo na ontologia humana provocou acentuadas mudanças de comportamento na Raça: o desejo, que servia como força propulsora da "conservação da espécie", também engendrou desequilíbrios emocionais e, deste modo, o "pecado" surgiu no mundo nas diferentes formas de violência. Os primeiros sexuados, dotados de desejo e carentes de inteligência, procriaram com animais dando origem às sub-raças ferozes que não tardaram a se destruir mutuamente - na primeira metade da Era Mesozóica.

Enquanto isso, vetores da geologia, do clima e do Cosmo trabalhavam provocando convulsões climáticas e estruturais no planeta. Uma era Glacial começava; a humanidade física agora tinha de proteger dos humores da Terra. Foi então que, em socorro da Raça manifestaram-se os Nirmanakayas, Serpentes Sábias, Dragões de Luz e os precursores do Iluminados (Buddhas) - reis divinos que ensinaram artes e ciências.

Estes Iluminados viveram entre os homens até meados do período de existência da Quarta Raça, a Raça Atlante. Quando a iniqüidade, os maus instintos, a maldade, enfim, começou a tomar conta de todos os povos do mundo, a civilização Atlante, decadente, viu seus Reis divinos se retirarem para a remota Ilha ou reino de Shambala - para uns, e Agarthi, para outros - de onde presidiram o fim da Quarta Raça, escapando de um cataclismo e viram o alvorecer da atual Quinta Raça - da qual, agora, testemunham a degenerescência.


FONTES

BLAVATSKY, H.P.. Os "filhos de Deus" e a Ilha Sagrada. In A doutrina Secreta v. III
Antropogênese [Trad. Raymundo Mendes Sobral] - p 237 - São Paulo: Pensamento, 2001
_______________ Cosmogênese. In A Doutrina Secreta vol.I - São Paulo: Pensamento, 2000

LIVRO DE OURO DA IGREJA GNÓSTICA, O. Shambala
In Gnosis Online acessado em 21/02/2007

MAFFIA, Ricardo. O mestre Kuthumi e os anjos [palestra]
05/04/2002 In ricardomaffia.com.br acessado em 21/02/2007


Mistery of Shambhala por JASON JEFFREY
In NEW DAWN MAGAZINE - publicado em fev/2002 acessado em 17/02/2007

Shambala IN JORNAL INFINITO acessado em 21/02/2007

NICHOLAS ROERICH
In Instituto de Pesquisas Prociológicas e Bioenergéticas - IPPB
acessado em 21/02/2007

The Mistery of Shambala
In PRAVDA ENGLISH - publicado em 29/05/2003
acessado em 18/02/2007 IN
WWW.TIBET.CA

The White Lodge
In DIVINA CIÊNCIA - acessado em 18/02/2007

por Ligia Cabús (Mahajah!ck)


FONTES:
http://sofadasala.vilabol.uol.com.br/noticia/22022007.htm
http://www.dharmanet.com.br/mandala/kalachakra.htm
http://www.shambhala.com.ar/laresplandeciente.htm
http://dawalama.com/shop/product_info.php?manufacturers_id=6&pr...
http://kalachakranet.org/resources_glossary_az.html

publicado por luzdecuraeamor às 21:51
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