Terça-feira, 27 de Abril de 2010

Poeira da Nebulosa Carina. Herbig-Haro. Spitzer revela segredos do frenético berçário estelar na Nebulosa de Órion. VISTA: Nebulosa de Órion analisada no infravermelho

Esse monstro interestelar está sendo destruído de dentro para fora. Uma estrela que fica ali dentro está lentamente acabando com esses pilares de poeira. Eles são feitos de gás e poeira interestelar e medem cerca de um ano luz de comprimento.

A estrela não é visível, pois está coberta pela poeira opaca, mas está conseguindo dispersar a nuvem ejetando raios energizados de partículas. “Batalhas” parecidas estão sendo travadas através de toda a nebulosa, que é uma área de formação de estrelas.

No fim, as estrelas irão destruir essas nuvens de poeira e formar um aglomerado de estrelas na área da nebulosa que, hoje, é um berçário de novos astros. Esses pontos cor-de-rosa são novas estrelas que já se libertaram da nebulosa.

A imagem foi feita pelo telescópio Hubble, que está completando 20 anos “de serviço”.

O nome técnico dos jatos emitidos pela estrela é Herbig-Haro. Como uma estrela cria um Herbig-Haro ainda está em discussão mas suspeita-se que envolva um disco de acreção girando em volta de uma estrela central. Um Herbig-Haro pode ser observado diagonalmente na foto. [Nasa]


Fonte: http://hypescience.com/pilares-de-poeira-da-nebulosa-carina/?utm_so...

Herbig-Haro

Os objectos Herbig-Haro (denominados comummente objectos HH) são nebulosas associadas com estrelas recém formadas. Estas nebulosas são de vida muito curta, da ordem de uns poucos milhares de anos e formam-se pela interacção entre o gás expulsado pela estrela central com nuvens de material gasoso e pó interestelar colisionando a velocidades de vários quilometros por segundo ionizando o gás. Os objectos HH são fenómenos altamente variáveis no tempo e podem evoluir de maneira perceptivel em escalas de tempo muito curtas de uns poucos anos e como tal, tem sido revelado por numerosas observações do Telescópio Espacial Hubble.

Estes objectos foram observados pela primeira vez no final do século XIX por Sherburne Wesley Burnham, mas não se reconheceram suas particularidades entre as nebulosas de emissão até a década de 1940. Os primeiros astrónomos que os estudaram em detalhe foram Guillermo Haro e George Herbig. Haro e Herbig trabalhavam independentemente em investigações sobre formação estelar e foram os primeiros em identificar os objectos Herbig-Haro como produtos da formação estelar e sua interacção com o médio interestelar. Ambos astrónomos identificaram os primeiros três objectos de tipo HH nos anos 1946 e 1947 em imagens da nebulosa NGC 1999 de Orión.

Características físicas
Diagrama esquemático da formação de um objecto de Herbig-Haro

No começo da década de 1980 as observações determinaram a natureza em forma de jato de emissão dos objectos HH. As estrelas em formação estão frequentemente rodeadas de disco circumestelar|discos circumestelares]] ou discos de aproximação que se alimentam de material à estrela central. Estes discos persistem durante as primeiras centenas de milhares de anos de vida da estrela e produzem fenómenos de emissão em forma de jatos de plasma (gás ionizado) perpendicular ao disco. Quando estes jatos de emissão colisionam com o médio interestelar ionizan este último produzindo os padrões de emissão brilhantes observados nos objetos Herbig-Haro.

A massa total expulsada em um objecto HH típico estima-se em umas 1-20 massas terrestres, uma quantidade de material muito pequena comparada com a massa da estrela. As temperaturas do material que conforma o objecto HH são próximas aos 8000-12000 K, similares às temperaturas observadas em outras nebulosas ionizadas, como regiões H II ou nebulosas planetarias. Tendem a ser regiões densas com uns milhares ou dezenas de milhares de partículas por cm³, comparada com a densidade típica de menos de 1000/cm³ em regiões H II e nebulosas planetarias.


Os objectos HH HH1 e HH2 encontram-se separados por um ano luz distribuídos de maneira simétrica com respeito à estrela central que expulsa o material na direcção dos eixos polares

Os objectos HH estão formados principalmente por hidrogenio e helio, só com um 1% da massa concentrada em elementos químicos mais pesados. Cerca da estrela central um  do gás que conforma o objecto HH está ionizado diminuindo esta proporção com a distância. Isto implica que o material é ionizado no jato polar e se recombina ao afastar da estrela em lugar de ser ionizado posteriormente por colisões com o médio interestelar. Este segundo fenómeno ocorre no entanto em alguns casos dando lugar à formação de regiões estendidas brilhantes nos extremos dos jatos.

Distribuição de objectos HH

Na actualidade conhecem-se cerca de 900 objectos HH. São comuns em regiões de gás ionizado (regiões HII) com presença de formação estelar e costumam encontrar-se agrupados. Muitos deles se encontram cerca de glóbulos de Bok (nebulosas escuras que com freqüência contêm estrelas em formação). Frequentemente observa-se vários objectos HH cerca de uma única fonte energética formando uma corrente de objectos sobre a projecção do eixo polar da estrela principal.

Algumas estimativas indicam que poderiam existir cerca de 150.000 objectos HH em nossa galaxia, a maioria dos quais encontrar-se-iam demasiado afastados para poderem ser observados com os instrumentos actuais. A maioria dos objectos HH encontram-se a menos de 0.5 parsecs (pc) da estrela principal com tão só uns poucos com material mais longínquo que 1 pc.

fonte: http://pt.wikilingue.com/es/Objecto_Herbig-Haro

Imagem do Dia: Objecto HH47

2010-04-19


Crédito: NASA.
Telescópio: Hubble Space Telescope (NASA/ESA).
Instrumento: Wide Field Planetary Camera 2 (WFPC2).
Uma estrela forma-se a partir da fragmentação e colapso de uma nuvem de gás e poeira. Mas, ao contrário do que se poderia supor, a formação de uma estrela não é acompanhada, apenas, de acumulação de massa. De facto, assiste-se, igualmente, à ejecção de massa para o
espaço interestelar. É o que se vê nesta imagem obtida pelo Hubble. Uma estrela em formação, escondida no meio de gás e poeira no canto inferior esquerdo da imagem, está a expelir um jacto de matéria a uma velocidade de cerca 300 km/s. Da interacção desta matéria a mover-se a alta
velocidade com o meio envolvente resultam zonas de choque e de excitação do gás, formando aquilo que se designa por um objecto Herbig-Haro (HH), em homenagem aos primeiros descobridores destes objectos ocorrida na década de 50 do século passado. Este objecto Herbig-Haro designa-se por HH47 e é um dos objectos do género mais conhecidos e estudados.


fonte: http://www.portaldoastronomo.org/npod.php?id=2755

Spitzer revela segredos
do frenético berçário estelar na Nebulosa de Órion




Nebulosa de Órion-Spitzer-NASA-colonia de estrelas jovens e <br /><br /><br /> <br / quentes" height="307" width="720"">

Spitzer está acompanhando uma zona específica do berçário estelar na Nebulosa
de Órion. Clique na imagem para ver a versão de alta resolução desta
fantástica foto. Crédito: NASA/Spitzer


Nebulosa de Órion está sendo monitorada pelo Spitzer

Os Astrônomos têm virado seus olhos para analisar um grupo aquecido de estrelas jovens, acompanhando seu movimento como se fossem paparazzi cósmicos. Recentemente, o Telescópio Espacial Spitzer da NASA capturou uma nova imagem em infravermelho que mostra a agitada maternidade estelar da Nebulosa de Órion, situada na espada do caçador da constelação de mesmo nome. Assim como as estrelas de Hollywood, estes corpos celestes não brilham sempre na sua plenitude, mas variam sua luminosidade ao longo do tempo. O Spitzer está observando este espetáculo cósmico, ajudando aos cientistas na busca do conhecimento sobre as razões das estrelas mudarem e no entendimento sobre os papéis na formação planetária.

“Este é um projeto de exploração. Nunca havia sido realizado antes, em um comprimento de onda sensível ao calor da poeira que circunda tais estrelas,” afirmou John Stauffer, o cientista líder desta pesquisa elaborada pelo Centro Científico Spitzer da NASA, localizado no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena, EUA. “Estamos observando diversas variações, as quais podem ser um resultado dos aglomerados ou das estruturas deformadas nos discos de formação planetária.”

Esta nova imagem foi capturada depois do Spitzer ter ficado sem seu líquido refrigerante, em maio de 2009, ou seja, após o início de sua missão entendida “no quente”. Este líquido refrigerante era usado para esfriar os instrumentos, mas os dois canais infravermelhos de comprimento de onda mais curto ainda tem a capacidade de funcionar regularmente na mais “amena” temperatura de 30º K (-243º C). Agora, nesta no etapa da sua vida, o Spitzer é capaz de passar mais tempo em projetos que cobrem uma área mais abrangente do céu e que necessita de um maior tempo de exposição para atingir os resultados.

Um desses projetos da nova etapa da missão Spitzer é o programa de acompanhamento da “Variabilidade de Objetos Estelares Jovens”, no qual o Spitzer observa repetidamente a mesma zona da Nebulosa de Órion (M42), monitorando rotineiramente o mesmo conjunto de aproximadamente 1.500 estrelas variáveis ao longo do tempo. Neste programa o Spitzer já registrou cerca de 80 imagens desta região da nebulosa ao longo de 40 dias de observações. Está planejada a realização de um segundo conjunto de observações no segundo semestre de 2010, a partir de setembro. As estrelas cintilantes desta região têm cerca de ‘apenas’ um milhão de anos, idade esta que é considerada muito jovem para estrelas, nas escalas cósmicas. Devemos lembrar que nosso Sol, apresenta uma idade de cerca de 4,6 bilhões de anos.
Manchas estelares abundantes

Usualmente, estrelas jovens são instáveis, com níveis de brilho que variam de intensidade muito mais do que as estrelas mais velhas, como o Sol. Além disso, estrelas jovens também giram mais depressa. Por isto, uma das razões para os níveis altos e baixos verificados nos seus brilhos está associada com a existência de manchas estelares mais frias em suas superfícies. Diferentemente do que se possa imaginar, nas estrelas mais jovens a quantidade de manchas estelares é bem maior que as que proliferam na superfície de estrelas mais velhas. As manchas estelares frias aparecem e desaparecem à medida que a estrela jovem gira em torno do seu eixo, mudando a quantidade de luz que chega aos nossos telescópios, daí estas estrelas serem classificadas como variáveis.

O brilho estelar pode também mudar devido a presença de manchas estelares quentes, provocadas pelo gás do disco de acresção que espirala em queda sobre a estrela.

“Nos anos 50 e 60, os astrônomos já sabiam que as estrelas mais jovens variavam e assim postularam que isto tinha algo a ver com o seu processo de formação”, acrescentou Stauffer. “Mais tarde, graças a uso de melhores tecnologias, pudemos entender e aprender mais sobre o papel das manchas estelares.”

Discos protoplanetários enviesados

O Sptizer é particularmente ajustado para estudar ainda outra razão de porque estas estrelas sofrem contínuas mudanças. O olho infravermelho do Spitzer pode vislumbrar os discos de poeira aquecidos que as orbitam. Estes discos são à base da eventual aglomeração e formação planetária em novos sistemas. Quando os discos são jovens, podem ter assimetrias, possivelmente provocadas pela formação planetária ou perturbações gravitacionais de proto-planetas. À medida que os discos enviesados circulam uma estrela jovem, estes também bloqueiam quantidades diferentes da luz estelar.

Ao recolher mais dados sobre estes discos disformes que circulam as estrelas jovens, Stauffer e a sua equipe esperam aprender mais sobre o desenvolvimento dos sistemas estelares e o drama contínuo da formação de planetas em uma grande família estelar.

No episódio “Nebulosas” da sério “Universo” do History Channel, a Nebulosa de Órion é mostrada em um
 
  
:http://eternosaprendizes.com/2010/04/02/spitzer-revela-segredos-do-...

VISTA: Nebulosa de Órion analisada no infravermelho

O VISTA revela ejeções de matéria em alta velocidade a partir de estrelas jovens
Imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA. <br /> <br / Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit" ...

Imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA. Crédito: ESO/J.
Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit

A nebulosa de Órion nos revela muitos de seus segredos, em uma imagem extraordinária obtida pelo VISTA, o novo telescópio de rastreamento do ESO (European Southern Observatory). O grande
campo de visão do telescópio possibilita a observação da nebulosa em todo o seu esplendor enquanto que a visão infravermelha do VISTA permite-nos perscrutar profundamente regiões de poeira que se encontram geralmente invisíveis, e onde podemos observar o comportamento de
estrelas jovens muito ativas que lá residem.

 

Recortes da imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida <br /> <br / com o VISTA. Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical ...

Recortes da imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA.
Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit

O VISTA — the Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomyé a mais recente adição ao Observatório do Paranal do ESO. Trata-se do maior telescópio de rastreamento do mundo e
dedica-se a mapear o céu nos comprimentos de onda do infravermelho. Seu enorme espelho (4,1 metros), largo campo de visão e detectores extremamente sensíveis fazem do VISTA um instrumento singular. Agora, esta imagem da Nebulosa de Órion fornecida pelo VISTA ilustra bem sua extraordinária capacidade de investigação, além da luz visível.

A Nebulosa de Órion [1] é um vasto berçário estelar que reside a cerca de 1.350 anos-luz de distância da Terra.  Embora esta nebulosa seja considerada belíssima quando observada de um telescópio normal, o que conseguimos ver na radiação visível é apenas uma pequena parte desta
nuvem de gás onde abundam estrelas em formação.

Comparação infravermelho/visível da imagem completa da Nebulosa de<br /> <br / Orion obtida com o VISTA. Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA & R. &...

Comparação visível (à esquerda, imagem capturada por Robert Gendler) e infravermelho (à direita, pelo VISTA) da
imagem completa da Nebulosa de Órion. Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA & R. Gendler/Cambridge Astronomical Survey Unit

A maior parte da atividade frenética desta nebulosa acontece no interior das nuvens de gás e poeira e por isto permanece obscurecida. Para efetivamente descobrirmos o que realmente está escondido é necessário o uso de telescópios com detectores sensíveis à radiação na faixa do infravermelho (em maiores comprimentos de onda que a luz visível), capaz de penetrar a poeira.
Agora, o VISTA capturou imagens da Nebulosa de Órion mostrando-a em comprimentos de onda duas vezes maiores do que as visíveis pelos nossos olhos.

Da mesma forma que nas diversas imagem antigas da nebulosa de Órion, na luz visível, podemos vislumbrar a familiar forma de morcego da nebulosa. No centro desta área surgem as quatro estrelas brilhantes que formam um Trapézio, conjunto de jovens estrelas massivas bem quentes que emitem fortemente a radiação ultravioleta, a qual limpa a zona circundante e excita o gás interestelar, fazendo-o brilhar. No entanto, a observação no espectro do infravermelho permite ao VISTA nos revelar outras estrelas jovens nesta região central, as quais jamais seriam vistas através dos telescópios tradicionais óticos.

Comparação infravermelho/visível de um recorte da imagem da <br /> <br / Nebulosa de Orion obtida com o VISTA. O painel esquerdo mostra uma...

Comparação infravermelho/visível de um recorte da imagem da Nebulosa de Órion
obtida com o VISTA. O painel esquerdo mostra uma região de poeira da
Nebulosa de Órion na luz visível (imagem capturada por Robert Gendler).
No painel direito temos a visão equivalente no espectro infravermelho.
Observando em infravermelho, novas caracteríticas são reveladas,
incluindo jovens estrelas massivas e quentes e seus jatos explosivos de
matéria em alta velocidade. Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA & R.
Gendler/Cambridge Astronomical Survey Unit

Estruturas avermelhadas revelam estrelas em formação

Observando a região imediatamente acima do centro da imagem, vemos curiosas estruturas vermelhas, completamente invisíveis em outras faixas de freqüência do espectro luminoso. Muitas
destas estruturas estão associadas a estrelas bastante jovens que se encontram ainda em desenvolvimento e podem ser observadas entre as nuvens de poeira que fornecem a matéria prima de sua formação. Estas estrelas jovens expulsam jactos de gás com velocidades típicas de
700.000 km/hora (~195 km/s) e muitas dessas manchas avermelhadas marcam os locais onde estes jatos de gás colidem com a matéria circundante, provocando a emissão de radiação causada pela excitação das moléculas e átomos envolvidos no fenômeno. Também são notadas algumas estruturas vermelhas mais tênues, embaixo da Nebulosa de Órion, que mostram que também aí existem estrelas em formação, embora de modo bem menos intenso. Estas estruturas incomuns são objetos interessantes para um melhor entendimento sobre o nascimento e desenvolvimento estelar.A imagem de Órion mostra a capacidade do
telescópio VISTA na captura de imagens de grandes regiões do céu através do espectro infravermelho. O ESO alocou o telescópio VISTA em
uma nova missão de mapeamento do céu e os astrônomos prevêem uma rica coleta científica de novos dados a partir desta nova infraestrutura do ESO.

Recomendamos fortemente que você assista aos vídeos do VISTA clicando nas imagens abaixo para acessar as páginas
do ESO:

Zoom sobre a imagem em infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA.

Zoom sobre a imagem em infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA

Movimento horizontal sobre a imagem em infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA

Movimento horizontal sobre a imagem em infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA

Cross-fade infravermelho/visível da Nebulosa de Órion

Cross-fade infravermelho/visível da Nebulosa de Órion

ESOcast #14: ‘Órion sob uma Nova Luz’

ESOcast #14: ‘Órion sob uma Nova Luz’

A nebulosa de Órion

[1] A Nebulosa de Órion encontra-se na espada do famoso caçador celeste e é um alvo favorito tanto para os observadores casuais do céu como para os astrofísicos. É visível, embora bastante tênue, a olho nu e aos primeiros observadores com telescópio apareceu como um pequeno agrupamento de estrelas branco-azuladas cercadas por uma misteriosa névoa verde acinzentada. A nebulosa foi descoberta no princípio do século XVII embora a identidade do descobridor seja desconhecida. Em
meados do século XVIII Messier, famoso caçador de cometas francês, fez um desenho apurado das suas estruturas principais e atribuiu-lhe o número M42 no seu famoso catálogo. Atribuiu igualmente o número M43 à pequena região separada situada por cima da parte principal da nebulosa.
Mais tarde, William Herschel especulou que a nebulosa poderia ser “material caótico de futuros sóis” e os astrônomos descobriram posteriormente que a névoa é, efetivamente, gás que brilha sob o efeito da poderosa radiação ultravioleta emitida por estrelas massivas quentes e
jovens formadas recentemente no local.

A constelação de Órion onde inserimos os nomes das estrelas e nebulosas. A M42 é a nebulosa de Órion que o VISTA fotografou.

A constelação de Órion onde inserimos os nomes das estrelas e a nebulosa M42, que é a
nebulosa de Órion que o VISTA fotografou. Crédito ©: John Gauvreau

Fontes e referências

Universe Today: New VISTA of Orion por Atkinson" href="http://www.universetoday.com/author/nancy/"">Nancy
Atkinson

Science Daily: Orion in a New Light

Space.com: New Image Penetrates Heart of Orion Nebula

ESO: Orion in a New Light

http://eternosaprendizes.com/2010/02/10/vista-nebulosa-de-orion-ana...
 
publicado por luzdecuraeamor às 20:53
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