Quinta-feira, 18 de Março de 2010

Santo Graal – Jesus, Maria Magdalena e Da Vinci - Parte III

Vale lembrar que, mesmo nos textos bíblicos, escritos por homens, a importância de Maria Madalena é inegável. “Não é exagero dizer que, nos Evangelhos, o nome dela lidera a lista de mulheres discípulas da mesma maneira que o nome de Simão Pedro encabeça a lista de discípulos masculinos”.

Depois de séculos podemos afirmar que, promíscua como a “contraditória Igreja” relatava, Maria Madalena não era. Agora a história mudou mais uma vez, pois não vemos mais, Madalena como uma prostituta arrependida e sim como uma companheira de Jesus, como citado no Evangelho de Felipe, "Koinonos" em grego, que significa "Companheira" e muitas vezes "parceira". Madalena era a Companheira de Jesus.

Mas que outro papel tão importante, Maria Madalena (Magdalena) desempenhou na vida de Jesus?

No século XII, Iacopo de Varazze, em seu Legenda Áurea, diz que Maria Madalena era oriunda de uma família rica de Betânia, que morava em um Castelo chamado Magdala. Depois da morte dos pais, Marta sua írmã teria herdado a vila de Betânia e ela o Castelo, daí o seu nome.

Curiosamente, cartas patentes de Luiz XI de 1482 referem-se a uma visita do Rei Merovíngio Clóvis ao túmulo de Marta írmã de Magdalena no fim do século V, os restos mortais de Marta estão enterrados em Tarascon, na província francesa de Vienne. Os restos mortais de Magdalena estão na Abadia de São Máximo.

Alguns historiadores e estudiosos especializados no assunto, afirmam que, ela não só foi uma das apóstolas mais importantes, mas como também foi casada com Jesus.

Cidade de Migdal ou Magdala
No Evangelho de Lucas, existe uma referência à Maria de Magdala, a cidade dela, essa cidade foi curada de Sete demônios como o Padre Richard explica acima.

Cidade de Migdal ou Magdala, hoje em ruínas...

A maioria dos historiadores acredita que Maria Madalena era da cidade de Migdal ou Magdala (Midjel), hoje em ruínas. Em Migdal existiu uma Igreja em homenagem a ela, atualmente o lugar é desolado, de acordo com arqueólogos que participaram das escavações na cidade, confirma-se que esta era um grande centro comercial e tinha como atividade principal, a pescaria. Os escritos de Josefus e outros da mesma época validam os estudos referente a cidade de Migdal. Segundo especialistas no assunto, Madalena era não só uma apóstola preferida de Jesus como também uma Mulher Importante naquela época.

No Gnosticismo, Maria Madalena é detentora de suprema importância, como portadora e transmissora da Luz.

Mesmo fora dos Evangelhos Gnósticos, há provas de que nos primeiros séculos depois de Jesus, Maria Madalena (ou Maria de Magdala) era tratada com grande respeito por muitos dos primeiros líderes masculinos da Igreja, Hipólito, bispo de Roma (170-235 D.C) um dos primeiros padres cristãos afirma que ela é o apóstolo para os apóstolos, outro declara que ela é a Torre de Fé (migdol ou magdal significa "torre" em hebraico)

A partir do século IV o celibato passa a ser cada vez mais exigido, sendo cobrado do clero total abstinência de suas esposas, as mulheres foram proibidas de servirem aos sacerdotes e de possuírem igrejas (paróquias). No século V foi decretado pelo Concilio de Cartago que todo o alto clero deveria se separar de suas esposas sob a ameaça (pena) de perder seus direitos sacerdotais. Uma loucura total, uma atitude sem nenhum discernimento, um desatino. O papel edificante da Mulher perde seu significado, dando lugar a adulterações, a mulher passa então a ser a portadora do pecado. Mas mesmo antes dessa época o poder matriarcal já estava se extinguindo.

Porém a Igreja Oriental discordava, diversos escritores orientais aclamaram o papel de Maria Madalena, a respeitando como uma mulher honrada.

Em 444, Cirilo de Alexandria dizia que através de Maria Madalena, as mulheres eram duplamente honorificadas. Em 446, Proclus patriarca de Constantinopla afirmava que as mulheres eram as escolhidas para avisar os apóstolos e para serem reverenciadas. Gregório de Antióquia chama as mulheres de as "Primeiras Apóstolas" em 593.


O fato é que ela, Madalena, foi vítima de uma disputa de Poder sobre o papel da mulher na Igreja, e é substituída por Maria, a mãe de Jesus! Bispos diziam-se furiosos com o fato de grupos permitirem que mulheres realizassem comunhões e curas por exemplo. De acordo com a Historiadora e Teóloga Pagals, o que vemos por volta do ano 150 ou 200 é a exclusão sistemática das mulheres de qualquer posição em que tivessem voz ativa, visibilidade e autoridade.

Essa marginalização das mulheres pode ter sido o motivo de Maria Madalena ter perdido a importância ao longo dos anos.

É provável que tenha sido intencional acusá-la de prostituta, dessa forma Maria Madalena perderia seu poder e força na época; estigmatizando Madalena com uma visão negativa.


Esse assunto não é fácil, envolve diversos fatores e se houver provas concretas irá provocar uma revolução na doutrina cristã.

Morte da Virgem por Caravaggio - 1605-06

“Na Igreja predomina o conceito, de uma visão de santidade da qual o sexo é excluído”. Maria mãe de Jesus foi sempre virgem e uma idealização – sinal de separação entre o carnal e o espiritual, paro para refletir e lembro sempre de uma frase (não desmerecendo de forma alguma Maria mãe de Jesus) da famosa escritora Marion Zimmer Bradley: “O que sabe uma Virgem, das mágoas e labutas da vida?”.

Os anos vão se passando e as histórias se desvendando, até que possamos chegar próximos da mais provável verdade, baseando-se na lógica. O próprio Pôncio Pilatos questiona a “Verdade”. O que é Verdade? - Até ontem era verdade que Maria Madalena era uma prostituta, hoje não é mais!

As duas únicas opções para a mulher na igreja sempre foram “a mãe exemplar” e o “papel celibatário” que significa, segundo o dicionário Houaiss:

• adjetivo e substantivo masculino - celibatário
1 que ou aquele que ainda não se casou, apesar de haver ultrapassado a meia-idade, que não faz tenção de se casar, ou a quem o casamento está interdito.
• adjetivo
2 Derivação: sentido figurado.
Sem proveito; estéril, inútil.


Ascensão da Virgem por Juan Martín Cabezalero - 1650

A religião católica criou uma cisão entre espírito e sexo. “Nessa concepção, as pessoas elevadas de espírito abdicam da vida sexual para servir a Deus”.

“E nesse caso, Maria Madalena incomoda porque mostra a possibilidade de compatibilizar a vida sexual com a espiritual”. Isso seria de grande descrédito para a Igreja católica.

Antes de o cristianismo predominar, a mulher possuía um papel primordial na civilização e o sexo era tido como sagrado, antigos conceitos que foram a qualquer custo, apagados pela Igreja. Mas por que?

Qual seria o interesse da Igreja em denegrir a mulher e colocar o sexo como algo profano?

A verdade é que, existe pouca informação sobre o que aconteceu no século I e os estudiosos, historiadores, teólogos costumam dar às informações disponíveis, interpretações muito diferentes entre si. Segundo um documentário apresentado na Emissora de TV GNT, eles (jornalistas) pediram a Conferência de Bispos Católicos dos EUA, a posição da Igreja sobre o casamento de Jesus. A resposta foi que não há uma doutrina oficial, mas, para a Igreja, Ele não era casado, porque não está nos Evangelhos.

Relembrando, Evangelhos esses, escritos pelas mãos dos homens, considerado “Obra Divina” pela Igreja.

É verdade que a Bíblia não diz que Jesus era casado, mas também não diz que Ele era solteiro.

Alguns historiadores, teólogos, inclusive padres fizeram parte desse documentário colocando suas posições de acordo com a história, entre eles, Daryl Bock (Dallas Theological Institute) afirma que, “Tudo na tradição da Igreja sugere que Jesus era solteiro e não há indicações, quando Ele é crucificado, de que alguma testemunha da crucificação, além de sua mãe, tivesse algum parentesco com Ele”.

Sim, mas ainda assim existe pouquíssima probabilidade seguindo a lógica, pois a “Bíblia” conhecida hoje sofreu diversas alterações feitas por mãos humanas e não divinas.


Santa Maria Magdalena por Tiziano - 1530-35

Maria Madalena também era uma testemunha, e uma das principais, mas que na época não passava de uma prostituta arrependida, uma pecadora, somente hoje descobrimos o que ela realmente representava.

Mulher Pecadora? Mas que tipo de pecadora naquela época? Uma prostituta, como diz a tradição? Curiosamente, para os fariseus a palavra pecadora tinha significados diferentes: podia significar tanto uma mulher de costumes depravados, quanto uma mulher que não observava os preceitos farisaicos.

No Talmude, também é equiparada a uma pecadora a mulher que dava de comer ao seu marido, alimento sobre o qual não havia pago o dízimo.

Karen King

A historiadora Karen King (Harvard University) acha totalmente plausível pensar que Jesus pode ter sido casado.

Ela diz ainda que o casamento era uma prática normal entre os homens judeus, e que Jesus de acordo com suas pregações era um homem bastante inteligente, ele ensina, educa, e que naquela época era primordial que o homem judeu fosse casado para poder ensinar, esse era o exemplo de um homem de caráter responsável ("como" os políticos atuais entre aspas é claro) para ganhar a confiança do povo e que também era normal não mencionar que Ele tinha uma esposa.


Mas será que existe alguma prova na Bíblia, qualquer coisa que nos diga se Jesus era casado ou não?



O Padre Richard Mcbrian (Notre Dame University) responde a esta pergunta nesse documentário: Não. Nem que sim, nem que não. Nada. Não estou dizendo, portanto, que é impossível Ele ter se casado, Ele pode ter sido casado. (palavras de um Padre, vídeo gravado e documentado)

Segundo o padre, na opinião dele, isso não ameaçaria a natureza Divina de Jesus, a menos que você considere a intimidade sexual no casamento algo pecaminoso ou pervertido e diz ainda que Jesus pode ter sido casado e isso não O comprometeria de forma alguma e conclui citando que Ele ainda seria o filho de Deus e seria ao mesmo tempo Deus e Humano.

O Teólogo Daryl Bock diz que, Jesus fez várias coisas mundanas sem prejudicar sua natureza Divina, afirma ainda que a natureza Divina de Jesus não ficaria prejudicada se descobrissem que Ele foi casado.

Mas não há prova alguma.

O Doutor Bock não acredita que Jesus tenha sido casado, e o padre Richard Mcbrian acha improvável. Eles dão como prova a 1ª Carta de Paulo aos Coríntios. Mas Quem foi Paulo?

Apóstolo Paulo - Conversão de Paulo por Caravaggio - 1601

O jovem ainda chamado Saulo era um soldado arrogante perseguidor dos cristãos.
Um dia a caminho para outra cidade, foi derrubado do cavalo por uma poderosa luz, no mesmo instante ouviu Deus lhe perguntar: "Saulo, por que me persegue?". Saulo ficou cego durante dias e milagrosamente recuperou a vista com os cuidados da comunidade cristã. Converteu-se e adotou o nome do Paulo. Caravaggio nos conta esta história de uma maneira um pouco diferente, mais simples, por isso foi tremendamente criticado.

Na carta, Paulo cita vários seguidores de Jesus casados, mas não menciona o próprio Jesus. Essa carta teria sido escrita cerca de 20 a 25 anos depois da época de Jesus.

Segundo Daryl Bock, Paulo não teria motivo para ocultar tal fato, e acredita que não houve uma conspiração da Igreja para esconder a identidade de Jesus.


Hoje fica difícil, saber se não houve tal conspiração, mas que existiram outras diversas, existiram. Censuras, proibições, perseguições, assassinatos, inquisições, escândalos, articulações políticas, serviço secreto (Sodalitium Pianum), Opus Dei...E muito mais! Escreveríamos um livro aqui somente com as Conspirações da Igreja.

Margaret Starbird é graduada em História Européia e Literatura Comparada

Para Margaret Starbird (graduada em História Européia e Literatura Comparada, com mestrado em Artes, católica, é a autora de livros que guiaram Dan Brown – escritor de “O Código Da Vinci”) há provas na Bíblia de que Jesus era casado, segundo ela, basta procurar nos lugares certos.

De acordo com Margaret, no Evangelho de João, Maria Madalena está chorando no Jardim perto da tumba Dele quando é surpreendida por Jesus ressuscitado. Ela o chama, e Ele diz: “Não me Toques”. Porquê ainda está num estado entre a vida e a morte.

Noli Me Tangere por Michelangelo - 1531

Essa cena foi muito retratada por grandes pintores ocidentais sob o Título de “Noli Me Tangere”. (“Não me Toques”, em latim), mas as Versões mais Antigas dos Evangelhos, em grego, dizem algo um pouco diferente...

- O grego diz: “Não me Abraces”, que é um verbo muito mais íntimo. Maria Madalena quer abraçá-lo, e Ele diz: “Não me abraces”.

O grego era a língua falada pelo povo naquela área (e foi em grego que se desenrolou o julgamento de Jesus).

Segundo a historiadora, um abraço desse tipo era incomum, a menos que o homem e a mulher fossem casados, para a época em especial, era um tabu as mulheres tocarem homens que não fossem seus maridos.

Já, o Doutor Daryl Bock acredita que isso foi apenas um ato de pura devoção dela a Ele, sem se preocupar com o que as pessoas pensariam dela.

O que é pouco provável, ainda hoje a maioria das mulheres preocupam-se sim com sua reputação. Imagine há quase dois mil anos?



Alguns estudiosos concordam com a interpretação de Bock, outros não concordam.

Padre Richard Mcbrian

O padre Mcbrian diz que, não há nada de errado em ela querer abraçá-lo, mas que se alguém dissesse: Agora temos provas incontestáveis de que Jesus era casado; ele mesmo diria (o padre): Se era casado...Era casado com Maria Madalena, sua mulher seria ela!

Última Ceia - Os 12 Apóstolos de Jesus Cristo

Em Jerusalém na véspera de sua morte, Jesus juntou as 12 pessoas mais próximas a Ele para uma Última ceia.

Séculos depois, Leonardo da Vinci pintaria a Última Ceia como ninguém a havia pintado.

Momento em que, Cristo na véspera de sua crucificação, diz a seus amigos que Ele seria traído.

Mas algo passou despercebido por gerações. Teria Da Vinci escondido uma mensagem nessa pintura? Um segredo que seria guardado por séculos? Indícios de um relacionamento de Jesus com uma mulher que a "história da Igreja" estigmatizou como prostituta?

O escritor Dan Brown diz que a primeira vez que ele ouviu falar sobre Maria Madalena e Da Vinci tinha sido há 15 anos, quando um professor começou a aula mostrando um slide de a “Última Ceia”, uma obra que, segundo ele, julgava conhecer muito bem. Jesus Cristo com os 12 discípulos na véspera de sua crucificação, mas, com uma aparente ausência: o Cálice de Cristo. Segundo Dan Brown, uma omissão óbvia.

Existem diversas interpretações para o Cálice, que Cristo teria usado pela última vez. Há muito tempo considerado como o Santo Graal. Uma de suas interpretações, segundo estudiosos, a relíquia perdida teria sido levada de Jerusalém e escondida na Europa durante séculos.

Segundo Dan Brown e de acordo com a pintura de “A Última Ceia”, o cálice no qual os discípulos teriam bebido o vinho por alguma razão foi omitido por Leonardo da Vinci. Ainda de acordo com Brown, durante a aula, o professor questiona:

“Será que ele o omitiu? Talvez o Santo Graal esteja lá, sim”, e conclui: “Olhem à direita de Jesus. Lá está o Santo Graal, e seu nome é Maria Madalena”.


Leonardo da Vinci



Leonardo da Vinci viveu em Florença no séc. XV. Era uma cidade de gênios polêmicos: Botticelli, Rafael e Michelangelo.

Da Vinci era conhecido pela sutileza de seus desenhos e por suas idéias não convencionais.



Uma cidade de gênios polêmicos, Florença – Itália

Leonardo da Vinci era uma pessoa muito reservada, um intelectual muito dedicado e comprometido.

Afirmava que a natureza era a mais sábia professora que alguém poderia ter.


Homem Vitruviano - Leonardo da Vinci



Com grande conhecimento em Escola Aristotélica num de seus apontamentos, Da Vinci escreve: “Todo corpo sombreado preenche a área circundante com infinitas imagens suas (...) e embora haja intersecção, estas não se confundem entre si” (Ash II 6v). O mesmo ocorre com as imagens de vários objetos: “O ar está pleno de infinitas imagens das coisas (...) e todas estão representadas em todas e todas em cada uma...” (CA 38or).

A articulação ordenada e unitária de imagens diferentes fascina Da Vinci, trata-se, afinal, da contraparte óptica da unidade e bivalência do Homem Vitruviano, um pentagrama humano, com o corpo de um homem dentro de um círculo simbolizando o equilíbrio entre masculino e feminino.

Ao se difundirem pelo ar a regularidade geométrica prevista no conceito de pirâmide visual, as imagens relativas à dimensão e à forma de um objeto encontram-se com outras imagens análogas vindas de outras partes do mesmo objeto ou de outros objetos – e interceptam estas últimas sem perderem sua individualidade.


Pentagrama


Pitágoras considerava a figura geométrica como Emblema da Perfeição e da Suprema Sabedoria.


O Pentagrama (Pentalpha, Pentágono Estrelado) era o símbolo que representava os pitagóricos, devido às suas propriedades, pois ao desenharmos um pentagrama regular e traçarmos as suas diagonais, veremos que elas se cruzam e formam um novo pentágono interior ao anterior.

A intersecção de duas diagonais divide a diagonal de uma forma especial chamada pelos gregos de divisão em média e extrema razão e que conhecemos também como secção áurea.

Leonardo da Vinci morreu em Cloux, amparado pelo Rei Francisco I, tornaram-se grandes amigos...

Não se sabe muito sobre a vida de Da Vinci, porque pouco foi escrito sobre ele na época em que viveu.

O pouco que sabemos vem de anotações que ele começou a fazer aos 30 anos. São milhares de páginas com sua famosa escrita invertida sendo necessário um espelho para se conseguir ler.

Há plantas, observações, descrições e cálculos, incluindo engenhos de guerra que nunca desejou publicar ou divulgar porque temia a natureza maléfica dos homens, pois poderiam usar para matar os seres humanos.

Da Vinci era vegetariano e escreveu que “Não devíamos deixar o nosso corpo ser um túmulo para outros animais, uma estalagem para os mortos.”

Segundo Historiadores, esses cadernos não mencionam Maria Madalena. Mas eles nos mostram que Da Vinci tinha idéias estranhas para sua época. Ele acreditava que o homem conseguiria voar, cinco séculos antes de o avião ser inventado.

De acordo com Dan Brown, Da Vinci viveu o infeliz desafio de ser um homem de pensamento moderno que nasceu numa época de grande fervor religioso, uma época em que Ciência era sinônimo de Heresia.

“A cega ignorância é que nos engana.
Ó míseros mortais, abri os olhos! (Leonardo Da Vinci)”

Durante uma entrevista realizada com Dan Brown, a jornalista pergunta se Da Vinci era um homem que esconderia informações em suas obras; Brown responde: “Certamente, porque vivia numa época em que essas informações eram proibidas e consideradas heresias... Você não podia parar numa esquina e proclamar sua posição num assunto contrariando a Igreja”.

Dan Brown acredita que Da Vinci pôs em sua arte o que não pôs em seus cadernos, e que usou seu estilo sutil como ferramenta para transmitir suas crenças.

Essa era uma prática bastante comum e transmitida de maneira quase imperceptível, porquê não havia a liberdade de expressão e qualquer palavra pronunciada que não estivesse de acordo com os padrões da Igreja, o indivíduo corria o sério risco de ser preso, torturado e na maioria das vezes levado para a fogueira sob a acusação de heresia.

fonte:
http://www.misteriosantigos.com/parte3.htm

 

publicado por luzdecuraeamor às 21:48
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